Rato-toupeira-pelado (Heterocephalus glaber): Esse pequeno roedor de pele enrugada vive em colônias subterrâneas na África e desperta o interesse da ciência por sua longevidade e rara resistência ao câncer e à falta de oxigênio.
Peixe-bolha (Psychrolutes marcidus): Também conhecido como peixe-gota, esse peixe é famoso pela aparência incomum fora d'água. Por viver em grandes profundidades, seu corpo macio suporta a enorme pressão do oceano sem dificuldades.
Tubarão-duende (Mitsukurina owstoni): Morador das profundezas marinhas, este tubarão possui um focinho alongado repleto de sensores e mandíbulas que são capazes de se projetar rapidamente para capturar presas desprevenidas.
Sapo-roxo (Nasikabatrachus sahyadrensis): Quase toda a vida desse anfíbio acontece sob a terra. Seu corpo arredondado e suas patas fortes permitem escavar o solo com grande eficiência. A espécie é rara e nativa do sul da Índia.
Javali-africano (Phacochoerus): Muito comum nas savanas africanas, esse javali possui verrugas faciais e presas curvas que servem como armas de defesa. Alimenta-se principalmente de raízes, frutos, gramíneas e pequenos animais, apesar da aparência intimidadora.
Uacari-careca (Cacajao calvus): Esse primata amazônico chama atenção pelo rosto vermelho vivo, sinal de boa saúde e importante na escolha de parceiros. Vive em grupos nas florestas alagadas da Amazônia e está ameaçado devido à destruição do habitat.
Morcego-martelo (Hypsignathus monstrosus): Espécie encontrada na África Central e Ocidental, cujos machos têm a cabeça muito maior que a das fêmeas. Essa adaptação amplia o som de seus chamados durante o acasalamento, aumentando as chances de reprodução.
Tartaruga-aligátor (Macrochelys temminckii): Essa é a maior tartaruga de água doce natural da América do Norte. A espécie pode ultrapassar 100 quilos! Em vez de perseguir peixes, ela permanece imóvel e usa uma pequena estrutura na língua como isca para atrair as presas.
Cegonha-marabu (Leptoptilos crumeniferus): Conhecida popularmente como 'ave coveira', se alimenta principalmente de carcaças e ajuda a evitar o acúmulo de matéria orgânica na natureza. Sua cabeça calva evita que suas penas fiquem sujas enquanto come.
Morsa (Odobenus rosmarus): Habitante conhecida das regiões geladas do Ártico, utiliza as longas presas para subir no gelo, disputar território e se defender. Seus sensíveis bigodes ajudam a identificar moluscos e outros alimentos escondidos no fundo do mar.
Salamandra-gigante-chinesa (Andrias davidianus): Este que é considerado o maior anfíbio do mundo não possui guelras nem pulmões eficientes na fase adulta, respirando majoritariamente através de sua pele enrugada. Além disso, vive em rios frios e utiliza receptores espalhados pela pele para localizar presas mesmo em águas turvas
Antílope-saiga (Saiga tatarica): Nativo das estepes da Ásia Central, essa espécie de antílope sobrevivente da era do gelo possui um nariz gigante e flexível que aquece o ar no inverno e filtra poeira durante o verão. A espécie enfrenta forte declínio populacional devido à caça e às doenças.
Tubarão-martelo-gigante (Sphyrna mokarran): Maior representante dos tubarões-martelo, pode ultrapassar seis metros de comprimento. Sua cabeça achatada amplia o campo de visão e concentra sensores elétricos extremamente eficientes para localizar presas escondidas.
Condor-da-Califórnia (Gymnogyps californianus): Uma das aves mais raras do mundo e a maior ave terrestre da América do Norte, a espécie é capaz de voar por centenas de quilômetros em um único dia quase sem bater as asas. Após quase desaparecer na natureza, passou por programas de reprodução que ajudaram a recuperar sua população.
Porco-vietnamita-de-barriga-grande: Originário do Sudeste Asiático, tornou-se conhecido pela barriga saliente, coluna curvada, pernas curtas e comportamento dócil. Em vários países, também ganhou popularidade como animal de estimação.
Peixe-morcego-de-lábios-vermelhos (Ogcocephalus darwini): Espécie típica das Ilhas Galápagos, costuma se deslocar pelo fundo do mar apoiado nas nadadeiras em vez de nadar longas distâncias. Seus lábios vermelhos intensos ajudam na identificação entre indivíduos da espécie.
Lagarta da borboleta-cauda-de-andorinha-gigante (Heraclides thoas ou Papilio cresphontes): Durante boa parte do desenvolvimento, imita fezes de pássaros para escapar de predadores. Quando se sente ameaçada, expõe um órgão alaranjado que libera odores fortes para afastar possíveis ataques.