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Difícil de prever: saiba o que é um ciclone-bomba e por que ele preocupa meteorologistas


Um ciclone extratropical formado entre o litoral do Rio Grande do Sul, o Uruguai e o Oceano Atlântico deixou meteorologistas em alerta devido à possibilidade de fortalecimento acelerado nesta sexta-feira (7 de julho). Caso a pressão atmosférica em seu núcleo diminua rapidamente, o sistema poderá atingir os critérios necessários para receber a classificação de ciclone-bomba.

Por Flipar
Reproduc?a?o/Climatempo

Além dos ventos, o risco inclui alagamentos, granizo, deslizamentos de terra, queda de árvores e interrupções no fornecimento de energia elétrica. Nas áreas costeiras, a combinação entre vento persistente e mar agitado pode provocar ressaca, erosão da faixa de areia e danos a estruturas próximas ao litoral.

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Embora ciclones extratropicais sejam comuns em regiões de latitudes médias, apenas uma parcela deles evolui com velocidade suficiente para ser considerada um ciclone-bomba. Esses episódios ocorrem com maior frequência sobre os oceanos e durante os meses mais frios, quando o contraste entre massas de ar se torna mais intenso.

Flickr - Mohd Nor Azmil Abdul Rahman