Segundo o site “Deadine”, em “Ascent” Selton interpretará Leonardo, um influente empresário cuja trajetória está ligada à companhia Ascent Ventures. A narrativa acompanha Caitriona Vail, personagem de Viola Davis que enfrenta uma situação pessoal delicada ao tentar proteger a filha, com quem perdeu o contato há anos. Conhecida por solucionar conflitos envolvendo grandes corporações, ela terá de colocar suas habilidades à prova diante de uma ameaça familiar. Alfred Molina, Sam Heughan e Amy Madig
Selton Mello nasceu em 30 de dezembro de 1972 na cidade de Passos, em Minas Gerais. Irmão do também ator Danton Mello, ele começou sua carreira artística ainda na infância, participando de comerciais e telenovelas. Aos 11 anos, já se destacou na novela 'Corpo a Corpo' (1984). Durante os anos 1990, Selton se tornou conhecido nacionalmente por seu trabalho em novelas e minisséries como 'Pedra Sobre Pedra' (1992), 'Tropicaliente' (1994) e 'A Indomada' (1997).
No cinema, Selton Mello teve performances marcantes em filmes como 'O Auto da Compadecida' (2000), que teria uma continuação em 2023, e 'Lisbela e o Prisioneiro' (2003), que ajudaram a solidificar de vez sua carreira.
Selton também é lembrado por papéis mais desafiadores, como o de André no drama 'Lavoura Arcaica' (2001), adaptação do livro homônimo de Raduan Nassar. Em 2006, ele brilhou ao viver o controverso personagem Lourenço em 'O Cheiro do Ralo', de Heitor Dhalia.
Além de atuar, ele tem uma carreira de destaque também como diretor, dirigindo os aclamados filmes 'Feliz Natal' (2008), 'O Palhaço' (2011) e 'O Filme da Minha Vida' (2017).
Na televisão, Selton continuou sua trajetória de sucesso em séries aclamadas, como 'Sessão de Terapia' (2019-2021), na qual interpretou o psicoterapeuta Caio Barone. Outro marco em sua carreira foi a série 'O Mecanismo' (2018-2019), da Netflix, sobre a operação Lava Jato.
O ator vive momento de alta na carreira. Ele foi um dos protagonistas de 'Ainda Estou Aqui', que ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2025. Selton interpretou o deputado Rubens Paiva, que desapareceu após ser preso por militares. Reconhecido por sua discrição na vida pessoal, Selton Mello mantém um perfil mais reservado no dia a dia, longe dos holofotes e das páginas de fofoca.