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Correio Braziliense

UnB sobe uma posição em ranking latino do THE, mas não entra no top 10

Universidade de Brasília ficou na 14ª posição, tendo melhorado em quatro dos cinco indicadores avaliados. O primeiro lugar ficou com a PUC-Chile


postado em 08/07/2020 15:45 / atualizado em 08/07/2020 16:03

Na mais recente edição do Times Higher Education (THE) Latin America, ranking que avalia universidades da América Latina, das 10 primeiras colocadas, sete são brasileiras. No ano passado, seis nacionais estavam no top 10.
 
A primeira colocada é a Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Chile. Em seguida, aparecem a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). 
 
Em quarto, está o Instituto de Tecnologia de Monterrey, no México. Empatadas na quinta posição, ficaram as universidades federais de Minas Gerais (UFMG) e de São Paulo (Unifesp). A PUC-Rio, em sétimo, é a primeira instituição particular brasileira a aparecer na lista. A Universidade do Chile vem em oitavo, seguida pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), que completa o top 10.
 
A Universidade de Brasília (UnB) aparece na 14ª posição, precedida pela Universidade dos Andes, da Colômbia; e pelas federais do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Rio Grande do Sul (UFRGS).
 
Desde 2017, UnB só subiu no ranking da América Latina do THE (foto: Arthur Menescal/Esp. CB/D.A Press)
Desde 2017, UnB só subiu no ranking da América Latina do THE (foto: Arthur Menescal/Esp. CB/D.A Press)
 

Universidade de Brasília subiu uma posição

No ano passado, a UnB estava na 15ª no ranking da América Latina do THE. A instituição melhorou em quatro dos cinco indicadores analisados. Nos últimos anos, a UnB subiu posições na avaliação. Em 2017, ficou em 19º lugar; em 2018, ficou na 16ª posição.
 
Já no World University Rankings do THE, que avalia as melhores universidades de todo o mundo, a Universidade de Brasília está estagnada entre as posições 801 e 1.000 desde 2018. A instituição esteve em melhor posição em 2016, quando se encaixou no intervalo entre as classificações 601 e 800.
 
Em outro ranking do THE divulgado há pouco, o Golden Ages, que avalia universidades criadas no contexto pós Segunda Guerra Mundial, a UnB avançou, passando da faixa entre as 151 e as 200 melhores para o intervalo entre as 101 e as 150 melhores.


UnB avaliada por outra consultoria

No ranking global 2021 de universidades da consultoria britânica Quacquarelli Symonds (QS), divulgado este ano, a UnB ficou no intervalo entre a 801ª e a 1.000ª colocações, a última faixa do ranking. Nacionalmente, apareceu entre as 10 melhores do Brasil, avanço considerado meta pela Reitoria.
 
Nesse ranking, a UnB se manteve na faixa 551-600 nos resultados liberados entre 2011 e 2014, subindo para a classificação 491-500 na lista publicada em 2015. Daí em diante, a universidade só caiu que, nos últimos dois anos, se estabilizou na última faixa do ranking nas posições 801-1.000.
 
Em outro levantamento da consultoria QS, o LatAm University Ranking, focado na América Latina e divulgado no ano passado, a UnB ficou em 29º lugar, tendo caído 20 posições. Entre as latino-americanas, a Universidade de Brasília foi a 9º colocada na edição de 2017; caiu para a 18ª colocação em 2018; para a 27º em 2019 e para a 29º em 2020. 
 
No Ranking Global de Disciplinas Acadêmicas (Gras, na sigla em inglês), feito pela consultoria ShanghaiRanking, a UnB aparece entre as melhores do mundo em sete disciplinas em 2020. Em 2019, a instituição era destaque em 10 áreas acadêmicas.
 
 

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