Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Clima

Alagamento, enchente ou inundação? Entenda a diferença entre os termos

Por Lucas
18/06/2026
Em Clima
Créditos: depositphotos.com / ira.foto3

Créditos: depositphotos.com / ira.foto3

EnviarCompartilharCompartilharEnviar

Com a previsão de chuvas intensas, é comum que os termos alagamento, enchente e inundação sejam usados como sinônimos para descrever ruas e cidades tomadas pela água. No entanto, eles representam fenômenos distintos, com causas e consequências diferentes. Entender essa diferença é fundamental para avaliar os riscos e saber como agir.

O que é alagamento?

De forma direta, o alagamento é um problema de drenagem urbana. Ele acontece quando o volume de chuva é tão grande que os sistemas de escoamento, como bueiros e galerias, não conseguem dar vazão à água com rapidez suficiente. O resultado é o acúmulo temporário de água em pontos mais baixos da cidade.

Leia Também

Pedido de falência: qual a diferença para a recuperação judicial?

Pedido de falência: qual a diferença para a recuperação judicial?

07/08/2026
O que é um ciclone bomba e por que pode estar se tornando mais frequente

O que é um ciclone bomba e por que pode estar se tornando mais frequente

07/08/2026
Sem contratempos: os 5 melhores apps de alerta de tempestade

Sem contratempos: 5 melhores aplicativos de alerta de tempestade

07/08/2026
Por que o 'ciclone-bomba' tem se tornado mais comum no Brasil

Por que o ‘ciclone-bomba’ tem se tornado mais comum no Brasil

07/08/2026

Esse acúmulo forma as conhecidas “piscinas” em ruas e avenidas, que geralmente desaparecem horas depois que a chuva para ou diminui de intensidade. Embora cause transtornos no trânsito e possa danificar veículos, o alagamento está diretamente ligado à capacidade da infraestrutura da cidade de lidar com a água da chuva.

Qual a diferença entre enchente e inundação?

Diferente do alagamento, a enchente é um fenômeno natural. Ela ocorre quando o nível da água de um rio, córrego ou lago sobe, mas ainda se mantém dentro de seu leito. Quando esse volume de água transborda e avança sobre as áreas ao redor, conhecidas como planícies de inundação, o fenômeno se torna uma inundação.

A inundação está relacionada ao aumento do nível do rio, que pode ser causado por chuvas contínuas na cabeceira ou em sua bacia hidrográfica, mesmo que não esteja chovendo forte na área afetada naquele momento. Suas consequências costumam ser mais severas: a água pode invadir residências e comércios, permanecer por dias ou semanas e deixar um rastro de destruição, além de oferecer riscos à saúde pública pela contaminação.

Por que é importante saber a diferença?

Distinguir os três conceitos ajuda a população a compreender melhor os alertas da Defesa Civil e a cobrar soluções adequadas do poder público. Medidas para evitar alagamentos envolvem a limpeza e ampliação de bueiros e a criação de “piscinões” para conter o excesso de água.

Já o controle de enchentes e inundações passa por ações mais complexas, como a preservação de matas ciliares nas margens dos rios, o desassoreamento dos leitos e um planejamento urbano que restrinja construções em áreas de risco.

Tags: alagamentoClimadiferençaenchenteinundaçãoprevisao do tempo
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Autoescolas estimam perda de 100 mil empregos com nova lei da CNH

Autoescolas estimam perda de 100 mil empregos com nova lei

12/08/2026
5 cursos para quem sonha em trabalhar com aviação (e não é piloto)

5 cursos para quem sonha em trabalhar com aviação (e não é piloto)

11/08/2026
Quer estudar na África? Veja programas de intercâmbio para brasileiros

Quer estudar na África? Veja programas de intercâmbio para brasileiros

11/08/2026
O Pix se consolidou como o principal meio de pagamento no Brasil, mas sua popularidade também atraiu a atenção de criminosos. Com a agilidade das transferências, os golpes se tornaram mais rápidos e eficientes, exigindo atenção redobrada dos usuários. Entender como essas fraudes funcionam é o primeiro passo para não se tornar uma vítima. As abordagens dos golpistas são variadas e exploram a engenharia social, técnica que manipula a vítima para que ela mesma forneça informações ou realize a transação. Em um cenário de crescente debate sobre a segurança de sistemas financeiros, proteger os dados pessoais e financeiros tornou-se uma prioridade. Os golpes mais comuns do Pix Conhecer as táticas utilizadas pelos criminosos ajuda a identificar uma tentativa de fraude antes que o prejuízo aconteça. Abaixo, listamos os cinco esquemas mais recorrentes aplicados atualmente no país. Perfil falso no WhatsApp: o golpista usa a foto de um amigo ou familiar e entra em contato pedindo uma transferência urgente. Ele inventa uma desculpa, como ter trocado de número ou estar com problemas para acessar o próprio aplicativo do banco. Falsa central de atendimento: a vítima recebe uma ligação ou mensagem de alguém que se passa por funcionário do banco. O criminoso alega haver um problema na conta e solicita dados ou a realização de um “procedimento de segurança”, que na verdade é uma transferência para o golpista. Bug do Pix: criminosos espalham em redes sociais a notícia de uma suposta falha no sistema que permite dobrar o dinheiro enviado para uma chave específica. Obviamente, a chave pertence ao fraudador, e o valor transferido não é devolvido. QR Code falso: em sites de compra, doações ou até mesmo em estabelecimentos físicos, golpistas substituem o QR Code verdadeiro por um falso. O pagador acredita estar transferindo para a empresa ou pessoa certa, mas o dinheiro vai para outra conta. Robô do Pix: promessas de lucro fácil com supostos robôs de investimento que operam via Pix. A vítima é convencida a transferir um valor inicial para “ativar” o sistema, mas o retorno prometido nunca chega e o contato desaparece. Como se proteger e evitar prejuízos Adotar algumas práticas simples de segurança reduz drasticamente o risco de cair em armadilhas. A principal dica é sempre agir com calma e desconfiança diante de qualquer solicitação financeira inesperada. Confirme os dados do recebedor: antes de finalizar qualquer transação, verifique com atenção o nome completo, CPF e instituição bancária de quem receberá o dinheiro. Se algo parecer estranho, não conclua a operação. Não clique em links suspeitos: evite acessar links recebidos por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagens que prometem promoções, prêmios ou atualizações cadastrais. Sempre utilize os canais oficiais do seu banco. Cuidado com pedidos de conhecidos: se um amigo ou parente pedir dinheiro pelo WhatsApp, ligue para a pessoa em seu número antigo para confirmar a história. A chance de o número ter sido clonado ou de ser um perfil falso é grande. Ative a autenticação em duas etapas: habilite essa camada extra de segurança em seu aplicativo de mensagens e em outros apps sensíveis. Isso dificulta o acesso de invasores mesmo que eles tenham sua senha. Defina limites para transações: configure limites diários e noturnos para suas transferências via Pix no aplicativo do seu banco. Essa medida ajuda a controlar eventuais perdas em caso de fraude ou coação. Verifique o extrato (para vendedores): Se você está vendendo algo, não confie apenas no comprovante enviado pelo cliente, que pode ser falso. Sempre acesse sua conta para confirmar que o valor do Pix foi efetivamente creditado antes de entregar o produto ou serviço. Caso você se torne vítima de um golpe, é fundamental agir com rapidez. Contate seu banco imediatamente para acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED). Esse procedimento permite que o banco da vítima notifique a instituição do golpista para bloquear os recursos. Quanto mais rápido o contato for feito, maiores as chances de reaver o dinheiro. Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

Golpe do Pix: como funciona o mecanismo para reaver o dinheiro e o que muda nas regras

11/08/2026
Ressocialização de ex-presos: desafios e caminhos possíveis

Ressocialização de ex-presos: desafios e caminhos possíveis

11/08/2026
Terremoto de 7,4 na Colômbia deixa mais de 100 mortos; brasileiros relatam pânico

Por que o terremoto da Colômbia durou tanto tempo: a ciência explica

11/08/2026
  • Sample Page
Sem resultado
Veja todos os resultados