A alta nos casos de síndromes gripais neste período do ano tem levado muitas pessoas às farmácias em busca de alívio para os sintomas da gripe. O paracetamol costuma ser um dos medicamentos mais procurados, mas não é a única opção segura e de venda livre disponível para tratar febre, dor de cabeça, dores no corpo e outros sintomas.
Conhecer alternativas é importante, mas lembre-se: embora sejam medicamentos de venda livre, consultar um farmacêutico ou médico é sempre a opção mais segura, especialmente para pessoas com doenças crônicas, gestantes ou crianças. É fundamental ler a bula e, em caso de dúvida, conversar com um profissional antes de iniciar o uso.
Conheça 4 alternativas seguras para tratar a gripe
- Ibuprofeno: como anti-inflamatório não esteroide (AINE), ele é eficaz para combater a febre, a dor de cabeça e as dores musculares. Sua ação anti-inflamatória também ajuda a reduzir o mal-estar geral e a dor de garganta. Deve ser usado com cautela por pessoas com gastrite, problemas renais ou cardiovasculares.
- Dipirona: conhecida pela potente ação analgésica e antitérmica, é uma escolha comum para baixar a febre alta e aliviar dores de moderadas a intensas. Disponível sem receita em algumas apresentações no Brasil, seu uso deve ser criterioso.
- Ácido acetilsalicílico (AAS): popularmente chamado de aspirina, alivia dores leves e febre. No entanto, seu uso requer atenção: não é recomendado para crianças e adolescentes com suspeita de dengue, gripe ou catapora, devido ao risco da Síndrome de Reye, uma condição rara e grave.
- Descongestionantes: se o principal problema é o nariz entupido, os descongestionantes oferecem alívio direcionado. Existem versões em spray nasal, de ação local e rápida, e em comprimidos. Atenção: sprays nasais não devem ser usados por mais de três a cinco dias consecutivos para evitar o chamado efeito rebote.










