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Surto de Ebola em 2026: veja as recomendações da Anvisa para viajantes

Por Lara
19/05/2026
Em Saúde
Créditos: depositphotos.com / ChiccoDodiFC

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Planejar uma viagem internacional exige mais do que apenas comprar passagens e reservar hotéis. Diante de recentes alertas de saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforça a importância de viajantes brasileiros consultarem as condições sanitárias de seus destinos, especialmente em regiões com surtos ativos do vírus Ebola.

Em maio de 2026, um surto da variante Bundibugyo do vírus Ebola está ativo na República Democrática do Congo e em Uganda. Em 16 de maio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a situação como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional. No entanto, tanto a OMS quanto a Anvisa enfatizam que NÃO recomendam restrições de viagem ou comércio para os países afetados, focando em medidas de vigilância e prevenção.

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A orientação principal é verificar a situação dos países de destino antes mesmo de fechar o pacote de viagem. Atualmente, o foco da doença está concentrado na África Central, e as autoridades de saúde globais monitoram constantemente a evolução dos casos. A consulta a fontes oficiais é o passo mais seguro para tomar uma decisão informada.

Cuidados antes de embarcar

Antes de fazer as malas, algumas medidas preventivas são fundamentais para garantir uma viagem segura. A Anvisa lista ações que podem minimizar os riscos de exposição não apenas ao Ebola, mas a outras doenças transmissíveis. A preparação cuidadosa é a melhor ferramenta para o viajante.

  • Consulte alertas oficiais: verifique o site da Anvisa e da Organização Mundial da Saúde (OMS) para conferir os alertas e as recomendações mais recentes para o seu destino.
  • Vacinação em dia: certifique-se de que seu cartão de vacinação geral está atualizado. É importante saber que a vacina existente contra o Ebola é eficaz apenas para a variante Zaire e não oferece proteção contra a variante Bundibugyo, responsável pelo surto atual.
  • Seguro de saúde: contrate um seguro de viagem com cobertura internacional para despesas médicas e hospitalares. Verifique se a apólice cobre doenças infecciosas.
  • Entenda o risco real: segundo a Anvisa e a OMS, o risco de infecção para viajantes é considerado muito baixo, a menos que ocorra contato direto com sangue ou fluidos corporais de pessoas ou animais infectados.

Atenção ao vírus Ebola: o que fazer durante a viagem

No destino, a atenção deve ser redobrada. O vírus Ebola é transmitido pelo contato direto com sangue ou outros fluidos corporais de pessoas ou animais infectados. Por isso, práticas simples de higiene e comportamento são essenciais para a prevenção.

Lave as mãos com frequência usando água e sabão ou álcool em gel a 70%. Evite o contato com pessoas doentes e não toque em objetos que possam ter sido contaminados com fluidos corporais. Também é crucial não consumir carne de animais silvestres, conhecida como “carne de caça”, e evitar o contato com animais selvagens, principalmente morcegos e primatas.

Atenção ao retornar ao Brasil

Ao voltar para casa, fique atento à sua saúde. Os principais sintomas do Ebola incluem: febre alta de início súbito, dor de cabeça forte, dores musculares, fraqueza, vômitos e diarreia. Em casos mais graves, podem ocorrer hemorragias.

Se você apresentar qualquer um desses sinais em até 21 dias após o retorno de uma área de risco, procure imediatamente uma unidade de saúde. Informe o profissional sobre seu histórico de viagem recente. Essa informação é vital para um diagnóstico rápido e correto, além de acionar os protocolos de vigilância epidemiológica do país.

Tags: Agência Nacional de Vigilância SanitáriaAnvisaebolaomsorganização mundial da saúderecomendaçõessaúdeTurismoviajantes
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