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7 tipos de golpes financeiros mais comuns e como a tecnologia pode te ajudar

Por Lara
24/06/2026
Em Tecnologia
Créditos: depositphotos.com / imajinajib

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Uma operação policial em Brasília que prendeu sete pessoas recentemente acendeu um novo alerta sobre golpes financeiros contra aposentados e pensionistas. O grupo é acusado de aplicar um golpe milionário por meio de descontos não autorizados em benefícios, ilustrando uma realidade cada vez mais presente na vida dos brasileiros.

Os criminosos se aproveitam da digitalização dos serviços bancários para criar armadilhas sofisticadas. No entanto, a mesma tecnologia que abre portas para os golpistas também oferece ferramentas poderosas de proteção. Conhecer as principais ameaças é o primeiro passo para não se tornar uma vítima.

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O Pix se consolidou como o principal meio de pagamento no Brasil, mas sua popularidade também atraiu a atenção de criminosos. Com a agilidade das transferências, os golpes se tornaram mais rápidos e eficientes, exigindo atenção redobrada dos usuários. Entender como essas fraudes funcionam é o primeiro passo para não se tornar uma vítima. As abordagens dos golpistas são variadas e exploram a engenharia social, técnica que manipula a vítima para que ela mesma forneça informações ou realize a transação. Em um cenário de crescente debate sobre a segurança de sistemas financeiros, proteger os dados pessoais e financeiros tornou-se uma prioridade. Os golpes mais comuns do Pix Conhecer as táticas utilizadas pelos criminosos ajuda a identificar uma tentativa de fraude antes que o prejuízo aconteça. Abaixo, listamos os cinco esquemas mais recorrentes aplicados atualmente no país. Perfil falso no WhatsApp: o golpista usa a foto de um amigo ou familiar e entra em contato pedindo uma transferência urgente. Ele inventa uma desculpa, como ter trocado de número ou estar com problemas para acessar o próprio aplicativo do banco. Falsa central de atendimento: a vítima recebe uma ligação ou mensagem de alguém que se passa por funcionário do banco. O criminoso alega haver um problema na conta e solicita dados ou a realização de um “procedimento de segurança”, que na verdade é uma transferência para o golpista. Bug do Pix: criminosos espalham em redes sociais a notícia de uma suposta falha no sistema que permite dobrar o dinheiro enviado para uma chave específica. Obviamente, a chave pertence ao fraudador, e o valor transferido não é devolvido. QR Code falso: em sites de compra, doações ou até mesmo em estabelecimentos físicos, golpistas substituem o QR Code verdadeiro por um falso. O pagador acredita estar transferindo para a empresa ou pessoa certa, mas o dinheiro vai para outra conta. Robô do Pix: promessas de lucro fácil com supostos robôs de investimento que operam via Pix. A vítima é convencida a transferir um valor inicial para “ativar” o sistema, mas o retorno prometido nunca chega e o contato desaparece. Como se proteger e evitar prejuízos Adotar algumas práticas simples de segurança reduz drasticamente o risco de cair em armadilhas. A principal dica é sempre agir com calma e desconfiança diante de qualquer solicitação financeira inesperada. Confirme os dados do recebedor: antes de finalizar qualquer transação, verifique com atenção o nome completo, CPF e instituição bancária de quem receberá o dinheiro. Se algo parecer estranho, não conclua a operação. Não clique em links suspeitos: evite acessar links recebidos por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagens que prometem promoções, prêmios ou atualizações cadastrais. Sempre utilize os canais oficiais do seu banco. Cuidado com pedidos de conhecidos: se um amigo ou parente pedir dinheiro pelo WhatsApp, ligue para a pessoa em seu número antigo para confirmar a história. A chance de o número ter sido clonado ou de ser um perfil falso é grande. Ative a autenticação em duas etapas: habilite essa camada extra de segurança em seu aplicativo de mensagens e em outros apps sensíveis. Isso dificulta o acesso de invasores mesmo que eles tenham sua senha. Defina limites para transações: configure limites diários e noturnos para suas transferências via Pix no aplicativo do seu banco. Essa medida ajuda a controlar eventuais perdas em caso de fraude ou coação. Verifique o extrato (para vendedores): Se você está vendendo algo, não confie apenas no comprovante enviado pelo cliente, que pode ser falso. Sempre acesse sua conta para confirmar que o valor do Pix foi efetivamente creditado antes de entregar o produto ou serviço. Caso você se torne vítima de um golpe, é fundamental agir com rapidez. Contate seu banco imediatamente para acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED). Esse procedimento permite que o banco da vítima notifique a instituição do golpista para bloquear os recursos. Quanto mais rápido o contato for feito, maiores as chances de reaver o dinheiro. Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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Para ajudar você a se proteger, listamos os sete tipos de golpes financeiros mais comuns e as ferramentas digitais que podem evitar grandes prejuízos em suas contas.

Conheça alguns tipos de golpes financeiros

1. Falsa central de atendimento

Neste golpe, o criminoso liga para a vítima se passando por um funcionário do banco e alega que há um problema na conta. Ele pede para que a pessoa instale um aplicativo ou acesse um link para “resolver” a questão. A tecnologia de defesa aqui é simples: nunca instale programas a pedido de terceiros e sempre verifique o número de telefone oficial do seu banco no verso do cartão ou no aplicativo oficial antes de qualquer contato.

2. Phishing por e-mail e SMS

Você recebe uma mensagem com um link tentador, como uma promoção imperdível ou uma suposta atualização de segurança. Ao clicar, seus dados são roubados. Ative os filtros de spam do seu e-mail e use um bom antivírus no celular e no computador. A maioria dos navegadores também avisa quando um site é suspeito.

3. Clonagem de WhatsApp

O golpista consegue acesso à sua conta e começa a pedir dinheiro para seus contatos. A principal barreira tecnológica contra isso é a “verificação em duas etapas”, disponível nas configurações de segurança do próprio aplicativo. Ative essa função para impedir o acesso de invasores.

4. Falso empréstimo consignado

Criminosos oferecem crédito com condições muito vantajosas e pedem um depósito antecipado para “liberar” o valor. Bancos e instituições financeiras sérias nunca pedem pagamento adiantado. Utilize canais oficiais, como o portal Meu INSS (integrado à plataforma Gov.br) para beneficiários da previdência ou os aplicativos oficiais dos bancos, para consultar margem e propostas de crédito legítimas.

5. Golpe do PIX

Existem várias modalidades, como o envio de um comprovante falso de PIX agendado ou a criação de uma chave falsa em nome de um conhecido. A regra é clara: sempre confira em seu próprio extrato bancário se o dinheiro realmente entrou na conta antes de entregar um produto ou serviço. Não confie em prints de tela. Em caso de fraude, registre um boletim de ocorrência e notifique seu banco para acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED).

6. Pirâmide financeira disfarçada de investimento

Ofertas de ganhos rápidos e altíssimos são a isca para atrair vítimas para esquemas de pirâmide. Antes de investir em qualquer empresa, consulte o site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para verificar se ela tem autorização para atuar no mercado financeiro.

7. Clonagem de cartão de crédito

Seja em compras online em sites inseguros ou por meio de máquinas adulteradas, a clonagem de cartões segue sendo um risco. Para compras online, use a função de “cartão virtual temporário”, que expira após o uso. Em lojas físicas, prefira pagar por aproximação com carteiras digitais (como Apple Pay e Google Pay), que não expõem os dados do seu cartão real.

Tags: Clonagem de cartão de créditoClonagem de WhatsAppFalsa central de atendimentoFalso empréstimo consignadogolpe do pixgolpes financeirosPhishing por e-mailPhishing por smsPirâmide financeira disfarçada de investimentoTecnologiatipos de golpes financeiros
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