
O policial civil e piloto de helicóptero Felipe Marques Monteiro morreu neste domingo (17/5). Monteiro tinha 45 anos e foi baleado no pescoço durante uma operação policial realizada na comunidade da Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, em março de 2025. Desde então, ele seguia internado.
A informação foi confirmada pela família do agente em uma publicação nas redes sociais. Na mensagem, familiares destacaram o legado deixado pelo policial. “Hoje nos despedimos com dor, mas também com gratidão por toda força, amor e exemplo que deixou em nossas vidas. Seu legado jamais será esquecido”, diz o texto.
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O estado de saúde do policial se agravou nos últimos dias em razão de uma infecção após uma cirurgia de prótese craniana, realizada no dia 20 de abril, segundo informações divulgadas pelo g1.
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Na sexta-feira (15/5), a esposa do agente, Keidna Marques, informou nas redes sociais que o quadro clínico do piloto era delicado. Segundo Keidna, o piloto apresentou alterações importantes no quadro de saúde na quinta-feira (14/5), o que levou à necessidade de medicações mais fortes. “A infecção no corpo se agravou e ele está sendo tratado com mais antibióticos. Os profissionais seguem fazendo o melhor por ele, enquanto ele continua lutando. O caso é considerado grave”, informou a publicação.
A Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) divulgou uma nota lamentando a morte do policial e ressaltando a trajetória de Felipe na corporação. “Profissional exemplar, homem de honra e companheiro leal, dedicou sua vida a proteger e a salvar”, afirmou a unidade especializada da Polícia Civil.
O governo do Estado do Rio de Janeiro também se manifestou sobre a morte do piloto. Em nota, o Executivo estadual prestou solidariedade à família, amigos e colegas do agente, além de destacar sua dedicação à segurança pública. “A coragem e o legado de Felipe Monteiro Marques permanecerão na memória da segurança pública do nosso estado”, declarou o governo.

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