
A justiça de Santa Catarina determinou o arquivamento das investigações do “caso Orelha”, cachorro morto em janeiro deste ano, na praia Brava, em Florianópolis. A decisão foi tomada pela juíza Vanessa Bonetti Haupenthal, da Vara da Infância e Juventude da capital catarinense, acompanhada do Ministério Público, que havia feito o pedido de arquivamento na terça-feira (12/5).
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A determinação da magistrada indica que não há provas suficientes para incriminar os adolescentes acusados, nem para determinar se o animal morreu em decorrência de agressões. Segundo eles, a investigação da Polícia Civil de Santa Catarina levou em conta apenas “suposições, boatos difundidos nas redes sociais e mensagens de WhatsApp”.
Após a exumação do cão Orelha, foram apontadas graves infecções na região do maxilar e inflamações nos cálculos dentários, mas nenhuma fratura craniana. O documento aponta também que apesar de o animal apresentar um inchaço na região do rosto, não haviam cortes, fraturas ou sinais de espancamento.
O MP não conseguiu encontrar provas que ligassem os adolescentes investigados ao caso — um dos investigados sequer estava no local e horário do crime apontado pela polícia. Junto do “caso Orelha” foram arquivadas também outras investigações envolvendo os adolescentes, incluindo o suposto furto de um quiosque, também na praia Brava.
*Estagiário sob supervisão de Roberto Fonseca
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