Saúde

DF pode abrigar maior centro de medicina regenerativa do mundo

Iniciativa está sendo discutida entre GDF e Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética. Tratamentos serão baseados em células-tronco

Rafaela Martins
postado em 30/10/2021 11:45 / atualizado em 30/10/2021 13:05
Tratativas estão sendo coordenadas pelo vice-governador e governador em exercício do DF, Paco Britto -  (crédito: Vinicius de Melo/Agência Brasília)
Tratativas estão sendo coordenadas pelo vice-governador e governador em exercício do DF, Paco Britto - (crédito: Vinicius de Melo/Agência Brasília)

O Distrito Federal pode receber o maior centro de medicina regenerativa do mundo. O vice-governador em exercício, Paco Britto, está coordenando o projeto de construção do RCPark. A ideia é uma parceria entre o Parque Tecnológico de Brasília, o Biotic, e a Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética (Anadem).

Com o aumento da expectativa de vida e o envelhecimento da população, as doenças degenerativas — a pessoa vai perdendo as funções vitais aos poucos — têm crescido na sociedade. A medicina regenerativa é vista como uma saída para encontrar a cura dos males que afetam principalmente idosos.

Na sexta-feira (29/10), Paco recebeu em seu gabinete o médico e presidente da Anadem, Raul Canal. Para ele, investir em medicina regenerativa é pensar no amanhã. “Hoje, 90% das mortes por doenças são causadas por doenças degenerativas. A medicina regenerativa é a medicina do amanhã”, opinou o presidente.

Criação

Sobre o RCPark, Raul explicou que serão terapias avançadas baseadas em células-tronco mesenquimais — células adultas indiferenciadas com grande plasticidade, capazes de originar tecidos mesodermais e não mesodermais — que produzem qualquer tipo celular necessário em um processo de reparação.

Sobre as pesquisas a serem realizadas no local, o médico explicou: “Temos não apenas a seleção, criopreservação e expansão de células-tronco como também estudos clínicos para todas as terapias avançadas para o tratamento de câncer, Alzheimer, Parkinson e outras doenças degenerativas.”

*Com informações da Agência Brasília

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