CRIME

Centro de esporte se despede de Rodrigo Castanheira

A manifestação se soma às diversas homenagens feitas após a morte do jovem, que comoveu familiares, amigos

Senac-DF lamentou morte de Rodrigo Castanheira -  (crédito: Reprodução/Redes Sociais)
Senac-DF lamentou morte de Rodrigo Castanheira - (crédito: Reprodução/Redes Sociais)

O Centro de Treinamento Arena 61, onde Rodrigo Castanheira, de 16 anos, realizava seus treinos, publicou uma nota de despedida em homenagem ao adolescente, destacando o vínculo afetivo construído ao longo do período em que ele frequentou o espaço. A manifestação se soma às diversas homenagens feitas após a morte do jovem, que comoveu familiares, amigos e instituições no Distrito Federal.

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Na mensagem, a Arena 61 afirma que Rodrigo fazia parte da identidade do local e que sua presença deixou marcas profundas. “Rodrigo foi e sempre será parte da família Arena 61”, diz o texto divulgado nas redes sociais. A nota ressalta as características pessoais do adolescente e a forma como ele era visto por quem convivia com ele diariamente.

“Um menino alegre, cuidadoso e carinhoso, que conquistava todos ao seu redor com seu sorriso e seu jeito leve de ser”, descreve a homenagem. Segundo o centro de treinamento, a passagem de Rodrigo pelo espaço esportivo foi breve, mas significativa. “Sua presença marcou nossa arena e deixou lembranças que jamais serão apagadas”, afirma o comunicado.

O texto também expressa solidariedade à família e às pessoas próximas ao adolescente, em meio ao luto causado pela perda precoce. “Neste momento de dor, nos solidarizamos com a família, amigos e todos que tiveram o privilégio de conviver com ele”, declarou a Arena 61.

Ao encerrar a homenagem, o centro reforça que a memória de Rodrigo seguirá viva no cotidiano do espaço. “Rodrigo viverá para sempre em nossos corações e na história da Arena 61”, diz a nota, que finaliza com uma despedida marcada por afeto: “Descanse em paz, Rodrigo”. A mensagem é assinada como “sua eterna casinha, Arena 61”.

A homenagem do centro de treinamento se junta a manifestações de escolas, instituições e amigos que conviveram com Rodrigo, todas destacando traços semelhantes: a alegria, o cuidado com os outros e a capacidade de criar laços. Em diferentes ambientes — na escola, no esporte e na vida social —, o adolescente deixou lembranças que agora se transformam em memória coletiva.

Relembre o caso
Rodrigo Castanheira morreu após ser espancado pelo ex-piloto Pedro Arthur Turra Basso na saída de uma festa, na madrugada de 23 de janeiro, em Vicente Pires. O adolescente sofreu um traumatismo craniano grave após cair e bater a cabeça durante a agressão. Ele foi socorrido e levado ao Hospital Brasília, em Águas Claras, onde permaneceu internado em estado gravíssimo, em coma, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu às complicações. O caso é investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal e segue em tramitação na Justiça.

 

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postado em 07/02/2026 21:30
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