
Horácio Carlos, apontado como braço-direito de Gideon Batista na chacina que matou 10 pessoas da mesma família, permaneceu em silêncio ao ser interrogado no plenário do Tribunal do Júri nesta quarta-feira (15/4). Ele foi o segundo réu a se apresentar diante dos jurados, logo após o depoimento de Gideon, que se estendeu das 9h às 17h.
Apontado nas investigações como um dos envolvidos na chacina, Horácio optou por não responder às perguntas das partes.
Segundo a denúncia do Ministério Público, ele teria atuado como aliado direto de Gideon, participando da logística do cativeiro e das ações de vigilância das vítimas mantidas em cárcere no Vale do Sol, em Planaltina.
As investigações indicam que Horácio esteve presente em diferentes etapas do plano criminoso, incluindo a rendição de vítimas, deslocamentos até o cativeiro e a execução de parte dos assassinatos, embora a defesa conteste essa versão apresentada pela acusação.

Cidades DF
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