Barbárie

"Conduta brutal", cita juiz ao decretar preventiva de homem que matou patrão

Flávio Cruz Barbosa, 49, foi assassinado com 41 facadas dentro da oficina mecânica que gerenciava

Segundo investigações da polícia, Flávio Cruz tinha contratado Eduardo Jesus Rodrigues havia oito dias -  (crédito: Material cedido ao Correio)
Segundo investigações da polícia, Flávio Cruz tinha contratado Eduardo Jesus Rodrigues havia oito dias - (crédito: Material cedido ao Correio)

A Justiça determinou a prisão preventiva de Eduardo Jesus Rodrigues, de 24 anos, acusado de assassinar brutalmente o empresário Flávio Cruz Barbosa, 49, em uma oficina mecânica, no Setor de Oficinas Norte (SOF). A decisão foi proferida em audiência de custódia nesta quinta-feira (7/5). 

Ao converter em preventiva a prisão em flagrante, o juiz Roberto da Silva Freitas afirmou que a execução do crime evidencia conduta brutal. Flávio foi atingido com 41 golpes de faca na região do rosto e na dorsal, segundo laudo preliminar da perícia, ação essa que, segundo o magistrado, revela violência extrema, desproporção na ação ofensiva e indícios de que a vítima, ao ser atacada, já estava em posição de vulnerabilidade. 

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O juiz considerou a reincidência criminal de Eduardo, uma vez que ele respode por tráfico de drogas.

Crime

O crime ocorreu na manhã de quarta-feira (6/5). Segundo as investigações da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), Eduardo trabalhava provisoriamente no estabelecimento havia apenas oito dias. De acordo com a investigação, imagens das câmeras de segurança registraram toda a dinâmica do homicídio.

O suspeito atacou Flávio enquanto o empresário estava sentado dentro da oficina. As imagens mostram o momento em que Eduardo desfere uma joelhada na vítima antes de iniciar uma sequência de golpes de faca.

A motivação do crime é investigada pela PCDF. Até o momento, a corporação trabalha para esclarecer o que levou o funcionário recém-contratado a cometer o assassinato com extrema violência.

Flávio era proprietário da oficina onde ocorreu o crime. Segundo as investigações, Eduardo Jesus Rodrigues havia sido indicado ao trabalho por um tio, funcionário antigo do estabelecimento, e atuava como ajudante de lanterneiro.

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postado em 07/05/2026 15:53
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