O CB.Saúde, programa em parceria entre o Correio Braziliense e a TV Brasília, recebeu nesta quinta-feira (11/6) convidados especiais em clima de Copa do Mundo. Os jornalistas Sibele Negromonte e Marcelo Agner comandaram a edição, que teve clima de Copa do Mundo, com a participação do médico Paulo Lobo, membro da comissão médica da CBF e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), e de Silvestre Gorgulho, escritor e ex-secretário de Cultura.
O programa começou com uma entrada ao vivo do editor de esportes do Correio, Marcos Paulo Lima, correspondente do jornal nos Estados Unidos, direto da concentração da Seleção Brasileira, em Nova Jersey. Ele trouxe informações sobre os preparativos para a estreia do Brasil no torneio.
Segundo Marcos Paulo, apesar da realização da competição em território norte-americano, o clima de Copa ainda não tomou conta do país. “Fala-se muito mais sobre a NBA. Acho que o clima de Copa do Mundo está mais presente no México, que sempre foi um país apaixonado por futebol. Embora os Estados Unidos tenham recebido a Copa em 1994, ainda não se percebe aqui uma grande atmosfera em torno do torneio”, explicou.
O jornalista destacou que a mobilização dos torcedores está concentrada principalmente em Nova York. “O clima vai ficar mesmo na Times Square, onde a torcida brasileira fará um encontro nesta sexta-feira, na véspera da estreia do Brasil. Nos Estados Unidos, de maneira geral, ainda não se vê muita festa ou ansiedade em relação à Copa do Mundo”, observou.
Silvestre Gorgulho demonstrou otimismo em relação às chances de vitória para o Brasil, com a experiência de quem acompanhou quatro dos cinco títulos mundiais conquistados pelo país. Ele destacou que a equipe segue entre as principais candidatas ao troféu. “O Brasil sempre entra em uma Copa do Mundo como protagonista. É uma seleção respeitada por todos os adversários e que costuma concentrar mais atenção em seu próprio desempenho do que nos rivais”, afirmou.
O médico ressaltou que lesões musculares exigem cautela, especialmente em atletas mais experientes. “Muitas vezes, as pessoas acreditam que a panturrilha está totalmente recuperada, mas um jogador de 34 anos responde de forma diferente de um atleta de 20. O Neymar precisa de um cuidado especial porque é um jogador diferenciado”, avaliou.
Paulo Lobo também ponderou sobre os critérios para a convocação de um jogador lesionado. Segundo o médico, a decisão deve levar em conta uma série de fatores, como a avaliação clínica, os resultados dos exames de imagem, especialmente a ressonância magnética, o tempo estimado de recuperação, o calendário da competição e a importância do atleta para a equipe.
Saiba Mais
-
Cidades DF São João no DF: confira as festas juninas desta semana
-
Cidades DF Servidores públicos anunciam ato unificado contra acordo para salvar o BRB
-
Cidades DF Cursos gratuitos de trancista profissional e produção musical estão com 140 vagas abertas
-
Cidades DF Dia dos Namorados deve aquecer o comércio do DF
