
A médica-veterinária atacada por um cachorro do Serviço de Cinotecnia do Senado Federal, saiu da cirurgia e permanece internada em estado grave no Hospital de Base. Segundo o Iges, a família dela já foi informada sobre o quadro clínico. O incidente com o cão ocorreu na manhã desta terça-feira (18/8). Segundo a equipe de bombeiros que prestou os primeiros socorros, ela foi mordida no pescoço e apresentava um quadro de hemorragia.
A profissional é funcionária de uma empresa terceirizada prestadora de serviços, contratada pelo Senado para realizar o acompanhamento de saúde e o manejo dos cachorros.
Segundo nota oficial divulgada pela assessoria do Senado Federal, logo após o incidente, a instituição informou que o socorro foi imediato. A veterinária recebeu os primeiros socorros de equipes que estavam no local e, em seguida, foi transportada às pressas para o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) em uma ação conjunta do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
Em comunicado, o Senado afirmou que está acompanhando a evolução do quadro de saúde da profissional e prestando assistência à vítima e aos familiares. As circunstâncias do ataque e o estado de saúde atualizado da veterinária estão sendo apurados.
Leia na íntegra a nota divulgada pelo Senado Federal:
"Na manhã desta terça-feira (18), ocorreu um incidente envolvendo um dos cães do Serviço de Cinotecnia do Senado Federal e uma tratadora contratada por empresa prestadora de serviços responsável pelo cuidado dos animais.
A profissional recebeu atendimento imediato e foi prontamente encaminhada ao Hospital de Base do Distrito Federal, com apoio do Corpo de Bombeiros e do SAMU. Neste momento, o Senado acompanha o estado de saúde da profissional, que se encontra na UTI, e presta assistência a ela e à família.
Paralelamente, a instituição está apurando os fatos decorrentes do episódio. O cão envolvido no incidente, da raça pastor belga malinois, possui vacinação em dia. O animal foi imediatamente retirado das atividades operacionais, passará por exames e permanecerá em observação.
Em relação ao estado de saúde e aos dados pessoais da colaboradora, o Senado Federal ressalta que a divulgação de informações clínicas está sujeita ao sigilo médico e à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)."
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Adriana Bernardes
Coordenadora de produçãoGraduada em Jornalismo pela Unitri, atua no Correio Braziliense desde 2005. É subeditora e coordenadora de Cidades. Escreve sobre mobilidade urbana, violência contra mulheres, economia e política local. Apresentadora do CB.Poder e Podcast do Correio

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