ELEIÇÕES 2026

Candidata ao GDF pela UP, Samara Mineiro critica gestão do BRB

Samara Mineiro participou de encontro com bancários, criticou operações envolvendo o BRB e o Banco Master, e afirmou que recursos poderiam ser destinados à saúde, educação e habitação no DF

Samara Mineiro participou de encontro com bancários no Setor Bancário Norte -  (crédito: Divulgação)
Samara Mineiro participou de encontro com bancários no Setor Bancário Norte - (crédito: Divulgação)

A candidata ao Governo do Distrito Federal pela Unidade Popular (UP), professora Samara Mineiro, criticou nesta quarta-feira (19/8) a atuação do governo local na tentitva de compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB), que gerou prejuízo bilionário à institução financeira do DF. Para ela, esses recursos poderiam ser destinados a áreas como saúde, educação e habitação. A declaração ocorreu durante uma agenda com trabalhadores bancários, no Setor Bancário Norte, que estão em campanha salarial e preparam uma paralisação nacional para esta quinta-feira (20/8).

Durante o encontro, Samara ouviu as reivindicações da categoria e manifestou apoio ao movimento. Na sequência, direcionou as críticas ao governo. “No momento em que o DF tem um caos na saúde, com as pessoas morrendo nos hospitais e UPAs, com um transporte público caótico, déficit de 120 mil moradias e com um dos piores indicadores de educação do país, esse governo decidiu colocar o dinheiro do povo nas mãos do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master”, afirmou.

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A candidata questionou a demora na divulgação das demonstrações financeiras do BRB. “Ainda não temos dados completos sobre a real situação do banco porque o governo vem escondendo o balanço das contas do BRB, mas o que já tem público gira em torno de um prejuízo de R$ 12 bilhões”, disse Samara.

Samara utilizou o valor de R$ 12 bilhões para comparar o impacto com necessidades apontadas por ela em outras áreas do Distrito Federal. “Com esse valor poderíamos acabar com o déficit habitacional do DF, construindo 120 mil novas habitações. A contratação dos 15 mil profissionais de saúde necessários para o enfrentamento do caos na saúde custaria aproximadamente R$ 3 bilhões, e a contratação de 15 mil novos professores custaria R$ 1,7 bilhão por ano”, afirmou.

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postado em 19/08/2026 16:10 / atualizado em 19/08/2026 16:11
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