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Kiko Caputo promete rede de proteção para famílias atípicas

Candidato ao GDF afirma que pretende ampliar acesso a laudos, creches e escolas e criar programas de habitação e crédito voltados ao segmento

Kiko Caputo promete rede de proteção para famílias atípicas -  (crédito: Ana Carolina Alves/CB/D.A Press)
Kiko Caputo promete rede de proteção para famílias atípicas - (crédito: Ana Carolina Alves/CB/D.A Press)

O candidato ao Governo do Distrito Federal Kiko Caputo (Novo) afirmou, nesta quinta-feira (21/8), que pretende criar uma rede de proteção específica para famílias atípicas, com medidas voltadas a crianças, mães e demais integrantes do núcleo familiar. As propostas foram apresentadas durante reunião com apoiadores e representantes de entidades que atuam na defesa dessas famílias.

Entre as medidas anunciadas estão a criação de programas de prioridade habitacional, a aceleração da emissão de laudos, prioridade em creches e escolas e a preparação de professores para atender estudantes com deficiência e outras necessidades específicas. Kiko também afirmou que pretende criar o programa “Colo”, voltado às mães atípicas, e oferecer linhas de crédito específicas por meio do Prospera. “A gente não trata só das crianças. A gente cuida das famílias”, afirmou.

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Segundo o candidato, muitas mães acabam deixando o trabalho e projetos pessoais para se dedicar integralmente aos filhos. “Nós vamos apoiar essas famílias, vamos apoiar essas mães, vamos apoiar essas crianças”, declarou. Kiko defendeu a qualificação profissional e o acesso a crédito para essas mulheres.

Outra proposta apresentada foi a criação, dentro da Polícia Civil, de um departamento voltado à proteção de pessoas vulneráveis, além da implantação de delegacias especializadas nas regiões administrativas. “Lá eles vão cuidar das mulheres, dos idosos, das crianças, das crianças atípicas. Nós precisamos dar segurança para esse tipo de população que é mais vulnerável”, disse.

Kiko afirmou que o Distrito Federal não possui informações suficientes sobre o número de pessoas com diferentes condições e deficiências. “Nós não sabemos quantos têm doenças raras, nós não sabemos quantos são autistas, nós não temos o menor controle”, afirmou. Para o candidato, o levantamento desses dados seria necessário para orientar a formulação de políticas públicas.

Ao falar sobre a inclusão nas escolas, Kiko criticou a falta de monitores e de preparação dos profissionais. “Estão colocando as crianças atípicas na escola sem monitor e sem preparar o professor. Os professores estão adoecendo, porque eles querem ajudar, mas eles não sabem nem como”, declarou. Para ele, as políticas de inclusão também precisam considerar as condições de trabalho dos servidores da educação e da saúde.

O candidato afirmou que as propostas foram construídas a partir do diálogo com associações e famílias. “Nós vamos, a partir da audição das associações e das famílias, cuidar pela primeira vez, com respeito, com carinho e com empatia, das famílias atípicas”, disse.

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postado em 21/08/2026 12:44 / atualizado em 21/08/2026 12:45
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