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"Mais pré-natal e diagnóstico precoce", pede Marina Noronha

Concorrendo a uma vaga de deputada federal, candidata destacou suas propostas para a rede pública de saúde. Ela comentou sobre os planos para que doenças raras sejam diagnosticadas mais cedo, dando mais qualidade de vida a essas pessoas

Maria Noronha (PP) destaca projetos para doenças raras no DF -  (crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press)
Maria Noronha (PP) destaca projetos para doenças raras no DF - (crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press)

Focando em pautas voltadas para a saúde, a candidata Marina Noronha (PP) participou do Podcast do Correio de ontem. Aos jornalistas Ana Maria Campos e Roberto Fonseca, ela destacou suas propostas para o rastreio, tratamento precoce e cuidados contínuos pela rede pública de pessoas com doenças raras.

Marina começou a fazer cursos na área da saúde em Brasília, após o nascimento de seu primeiro filho, André, que possui uma doença rara, ainda sem muitos estudos e um diagnóstico preciso. "O André foi um presente. Quando eu recebi o diagnóstico, meu medo era que eu pudesse ter feito algo lá atrás para ajudar meu filho. Veio aquele medo, aquela responsabilidade que a gente vai carregando ao longo dos anos", contou. 

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Entre suas propostas, na rede pública de saúde, Marina defende o aumento da capacidade de diagnóstico precoce e acompanhamento com a gestante. "Não podemos comparar o Brasil com outros países. Temos que fazer o possível com o que temos."

A candidata falou ainda da importância de um acompanhamento multiprofissional com a gestante. "Isso precisa ser feito no pré-natal, onde é possível buscar informações na árvore genealógica da família, se há alguma doença genética na família. Além disso, apresentei um projeto para a Celina Leão sobre o Hospital de Doenças Raras, que tenho muito orgulho de dizer que faço parte dessa iniciativa", pontuou.

Marina também comentou que há cortes na gestão da saúde que podem ser feitos para priorizar áreas mais urgentes. “Eu vejo gastos gigantes no próprio atendimento hospitalar que dava para ser manejado. Os recursos destinados à saúde pública precisam ser bem elaborados para conseguir ouvir essa famílias”, pontuou.

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postado em 30/09/2026 05:00
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