antigo centrad

Celina Leão inicia ocupação do Centro Administrativo do DF em Taguatinga

Complexo administrativo nunca havia sido ocupado desde o fim da construção, em 2014. Medida havia sido anunciada no início de junho deste ano com o objetivo de redução de gastos. Mudança de escritórios inicia nesta sexta-feira (4/9)

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), inicia, nesta sexta-feira (4/9), a ocupação do Centro Administrativo do Distrito Federal (CAD-DF), antigo Centrad, em Taguatinga. A estrutura, construída para concentrar órgãos da administração pública, nunca havia sido utilizada desde a conclusão das obras, em 2014.

A ocupação começou pelos primeiros espaços destinados às secretarias do Governo do Distrito Federal (GDF). A medida havia sido anunciada por Celina no início de junho deste ano, com a justificativa de reduzir despesas públicas com o pagamento de aluguéis de imóveis utilizados atualmente por órgãos do Executivo.

Entre as primeiras estruturas previstas para serem transferidas para o complexo estavam a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), a Secretaria de Obras (SODF), a Casa Civil e a Casa Militar. A previsão anunciada pela governadora é que parte dos órgãos do governo passe a funcionar gradualmente no local.

Segundo a governadora, a utilização do espaço próprio permitiria reduzir despesas atualmente destinadas ao aluguel de imóveis para funcionamento da administração. O CAD-DF fica na Avenida Elmo Serejo, em Taguatinga, ao lado do Estádio Serejão e próximo à Rodoviária de Taguatinga e à Estação Centro Metropolitano do metrô. O complexo ocupa uma área de aproximadamente 182 mil metros quadrados, equivalente a cerca de 25 campos de futebol.

Projetado para abrigar parte da estrutura administrativa do Distrito Federal, o espaço é composto por 16 prédios. Apesar da dimensão da estrutura, o antigo Centrad permaneceu sem ocupação por anos, tornando-se um dos grandes imóveis públicos sem utilização efetiva no DF.

Ao anunciar a medida em junho deste ano, Celina afirmou que a transferência das secretarias fazia parte de uma estratégia para dar utilidade ao patrimônio público e, ao mesmo tempo, diminuir os gastos do governo com imóveis alugados.

 

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