Eleições 2026

Em agenda na Ponte Alta, Celina promete regularizar 600 mil habitações

A sete dias das Eleições 2026, governadora e candidata à reeleição também destacou obras de infraestrutura e novos equipamentos públicos para a região

A sete dias das Eleições 2026, a governadora e candidata à reeleição, Celina Leão (PP), esteve na Ponte Alta, neste domingo (27/9), em agenda com apoiadores. Durante a visita, ela afirmou que, caso permaneça no cargo, terá como uma das principais metas a regularização de mais de 600 mil habitações no DF.

Segundo Celina, a regularização fundiária será uma prioridade para o próximo mandato. “A minha meta como governadora agora vai ser regularizar as mais de 600 mil habitações no DF, que ninguém deu conta de regularizar”, declarou.

A atual gestora do Buriti também destacou os investimentos realizados na Ponte Alta. De acordo com ela, o governo encaminhou 10 ordens de serviço para a região neste ano, com obras de asfaltamento e melhorias em vias.

Entre as intervenções citadas por ela está a ligação da Via Buritis até o ProDF e uma estrada vicinal que fará a ligação com a Ponte Alta. Durante pronunciamento, ela ainda declarou que um estudo técnico foi feito para implementação do metrô do Plano Piloto com destino ao Gama. “Essa cidade vai ficar toda integrada e o metrô passando na porta”, afirmou Celina.

Ela disse ainda que a região tem previsão de receber, a partir do próximo ano, novos equipamentos públicos, entre eles PECs e parquinhos infantis. Para a governadora, a Ponte Alta é uma das áreas que passaram a receber maior atenção do poder público durante a gestão.

Sol Nascente

Após a agenda na Ponte Alta, Celina visitou a região do Sol Nascente. A região também é uma das áreas citadas pela governadora como alvo de investimentos e regularização. “Estou retomando um programa habitacional, que era do Roriz, o programa do lote. Cada um faz a sua casa do jeito que quer”, disse.

Segundo a candidata, foi assinado um decreto com 10 mil lotes e que será seguida a lista da Codhab. “Vamos atende aquelas pessoas que estão mais vulneráveis, pessoas com deficiência e mães solos. É um critério feito por lei”, acrescentou.

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