
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte), fechou uma casa de prostituição que funcionava em salas comerciais na CLN 305. A operação se deu após denúncias anônimas sobre a exploração econômica de mulheres e a suspeita de vínculo do local com o tráfico de drogas. No imóvel, os agentes flagraram cinco mulheres e clientes, confirmando que a investigada cobrava taxa pelo uso das salas e uma porcentagem sobre os atendimentos efetuados.
A ação na 305 Norte, ocorrida nessa quinta-feira (1º/10), é a quinta voltada ao combate à exploração sexual, desarticulada pela 2ª DP na região em apenas dois meses. A investigação se intensificou após a prisão da administradora de outro ponto, na CLN 307 Norte, suspeita de submeter mulheres a condições degradantes e reabrir o local após obter liberdade provisória.
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Presa pela segunda vez no Riacho Fundo — de onde gerenciava a casa remotamente —, a investigada da 307 Norte teve a prisão em flagrante convertida em preventiva pela Justiça, a pedido da PCDF, garantindo a manutenção de sua custódia para resguardar a ordem pública.
As intervenções recentes na Asa Norte refletem uma ofensiva contínua para combater o rufianismo (cafetinagem) e crimes associados na área central da capital. Além da ação desta quinta-feira na CLN 305 e do ponto na CLN 307, a 2ª DP já havia fechado locais de exploração sexual na SCLRN 708 em 18 de setembro, na SCLN 410 em 14 de setembro — onde o prostíbulo funcionava sob a fachada de clínica de massoterapia — e na SHCGN 704/705 em 23 de julho, ocasião em que adolescentes foram resgatadas.
A população pode colaborar com as investigações enviando denúncias anônimas pelo telefone 198.
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