
O Partido Liberal (PL) conquistou o maior número de cadeiras na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) para a 10ª legislatura, que compreenderá o período de 2027 a 2030. Com um desempenho expressivo nas urnas, no último domingo (4/10), a legenda garantiu cinco vagas na Casa, ampliando sua presença em relação ao quadriênio atual.
O avanço consolidou a liderança do partido no legislativo local, impulsionado pela recondução de nomes já conhecidos e pela chegada de novos parlamentares. A bancada do PL será formada pelos deputados reeleitos Joaquim Roriz Neto, Roosevelt Vilela e João Cardoso, somados aos estreantes Victor Jansen e André Kubitschek.
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Atualmente, o PL conta com quatro parlamentares na CLDF, mas a renovação e a estratégia eleitoral do partido permitiram ampliar seu alcance. O deputado Thiago Manzoni, que integra a bancada na presente legislatura, foi eleito deputado federal, abrindo espaço para a expansão do grupo no âmbito distrital.
Logo atrás da legenda majoritária, a segunda maior força na CLDF será a Federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas (PP). O grupo assegurou quatro cadeiras, contando com os reeleitos Eduardo Pedrosa, Pepa e Pastor Daniel de Castro, além do retorno de Rôney Nemer, político de trajetória experiente no DF.
A disputa pelas demais vagas permaneceu acirrada entre blocos consolidados. O Republicanos, o MDB e a Federação Brasil da Esperança (PT/PV/PCdoB) empataram ao conquistar três cadeiras cada. Entre as novidades do Republicanos estão as estreantes Estefane Sampaio e Renata Daguiar, enquanto o MDB e o PT apostaram na manutenção de seus quadros históricos para garantir representatividade (Chico Vigilante, Gabriel Magno e Ricardo Vale).
Outras siglas mantiveram posições estratégicas no plenário com duas vagas cada. O PSOL garantiu duas cadeiras e fez história ao eleger Max Maciel como o candidato a deputado distrital mais votado de todos os tempos na CLDF, alcançando a marca de 92.234 votos. Keka Bagno estreia na Casa. O PSB também assegurou dois assentos, divididos entre a reeleição de Dayse Amarilio e o primeiro mandato de Múcio Botelho.
O quadro da nova composição do parlamento local é completado por partidos que obtiveram representação unitária. O Podemos garantiu a reeleição de Robério Negreiros, enquanto o Partido Social Democrático (PSD) manteve Rogério Morro da Cruz na Casa, fechando o total de 24 parlamentares eleitos no Distrito Federal.
Para alcançar a representação no plenário, a linha de corte estabelecida pelo quociente eleitoral foi de 70.775 votos por vaga, resultado do cálculo entre os 1.698.609 votos válidos e os postos em disputa. A partir dessa margem, o quociente partidário e a distribuição de sobras definiram a divisão final das cadeiras no legislativo local.
Cidades DF
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