O deputado distrital Thiago Manzoni (PL), eleito federal com 90.418 votos, foi o convidado do CB.Poder — programa do Correio em parceria com a TV Brasília, desta terça-feira (6/10). Durante a entrevista, o parlamentar falou sobre suas expectativas para o segundo turno entre Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT) e , no âmbito nacional, entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Aos jornalistas Ronayre Nunes e Mila Ferreira, Manzoni destacou a segurança pública, escola cívico militares e a manutenção da escala 6x1 como pautas prioritárias de seu mandato.
Com um Congresso formado majoritariamente por representantes de direita, Manzoni disse que “o povo brasileiro escolheu o Partido Liberal para representá-lo”. O parlamentar disse que esse fenômeno se repetiu no Brasil inteiro. “Isso me faz crer que o brasileiro está dando a resposta (nas urnas)", avaliou.
Sobre o segundo turno das eleições nacionais e locais, Manzoni afirmou que irá continuar trabalhando para eleger Flávio e Celina. “O Brasil e o DF não podem mais tolerar o governo do PT. As ideias do PT e da esquerda, quando são implementadas, levam à pobreza, levam à ruína, ao desemprego, e fazem uma segmentação da nossa sociedade. A gente não pode mais conviver com isso”, opinou.
- Leia também: Setor produtivo do DF representado no Legislativo
Mesmo estando em maioria, Thiago Manzoni irá dividir a tribuna com representantes da esquerda. O deputado garantiu que será uma convivência “pacífica e cordial”, sem mudar seu posicionamento. “Sou muito firme nas minhas convicções, não vou alterá-las, o eleitor de direita pode contar comigo. Mas, ao mesmo tempo que sou firme, eu sou respeitoso”, apontou. Na visão de Manzoni, há uma divisão que é de praxe quando dois lados opostos se encontram, mas que “a política não é um campo de batalha entre pessoas, e sim entre políticas.”
Sobre suas pautas prioritárias, Manzoni afirmou que muitos dos problemas enfrentados no DF são consequências da legislação federal. Com ênfase na segurança pública, o parlamentar disse que vai trabalhar para o endurecimento de penas. “No Congresso Nacional eu vou poder atuar para diminuir a maioridade penal, para punir com mais rigor o faccionado e o miliciano. Precisamos resolver esse problema, aumentando a pena, acabando com esse negócio do bandido ser preso em um dia e ser solto no horas após, a população não aguenta mais isso”, afirmou.
Assista a entrevista completa:
