ALERTA!

10 sintomas do câncer raro que acometeu Reynaldo Gianecchini

Em 2011, o galã das novelas da TV Globo foi diagnosticado com linfoma não-Hodgkin

10 sintomas do câncer raro que acometeu Reynaldo Gianecchini -  (crédito: Reprodução/TV Globo)
10 sintomas do câncer raro que acometeu Reynaldo Gianecchini - (crédito: Reprodução/TV Globo)
O ator Reynaldo Gianecchini revelou, em 2011, ter sido diagnosticado com um linfoma não-Hodgkin, tipo de câncer que afeta o sistema linfático, responsável pela defesa do organismo.

Após passar por um tratamento intenso, que incluiu quimioterapia e um autotransplante de medula óssea, o artista alcançou a cura e hoje celebra mais de dez anos em remissão.

A descoberta da doença aconteceu depois de Gianecchini buscar atendimento para tratar uma hérnia na região da virilha.

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O quadro evoluiu para uma infecção e, posteriormente, surgiram gânglios espalhados pelo corpo, levando ao diagnóstico do câncer.

Sinais de alerta

O linfoma é considerado uma doença rara e pode apresentar sintomas que, muitas vezes, se confundem com problemas mais comuns, como gripes, inflamações ou infecções, dificultando a identificação precoce do quadro.

Entre os principais sinais de alerta estão os linfonodos aumentados, conhecidos popularmente como ínguas, principalmente no pescoço, nas axilas e na virilha. Em muitos casos, esses caroços não causam dor.

Outros sintomas frequentes incluem febre persistente sem explicação aparente, suor noturno intenso capaz de molhar roupas e lençóis, perda de peso involuntária, fadiga constante, sensação de fraqueza, coceira pelo corpo, além de falta de ar ou tosse quando a doença atinge a região do tórax.

Também podem surgir dores ou inchaço abdominal, sensação de saciedade rápida durante as refeições e episódios recorrentes de infecção.

Dignóstico

O aumento dos gânglios linfáticos, no entanto, costuma ser um dos indícios mais conhecidos do linfoma não-Hodgkin. 

Para confirmar o diagnóstico, os médicos geralmente solicitam exames laboratoriais e de imagem, como tomografia computadorizada e PET-CT.

A biópsia do linfonodo, no entanto, é considerada fundamental para identificar o tipo específico da doença.

Tratamento

O tratamento varia conforme o estágio e a agressividade do câncer, podendo incluir quimioterapia, imunoterapia, terapias-alvo e transplante de medula óssea em determinadas situações.

Quando identificado precocemente, o linfoma não-Hodgkin costuma apresentar boas chances de controle e cura.

No caso de Reynaldo Gianecchini, o processo de recuperação envolveu sessões intensivas de quimioterapia seguidas de um transplante autólogo de células-tronco, procedimento em que as próprias células do paciente são utilizadas para reconstruir a medula óssea.

 

 

 

 

 

 

 

 

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MM
postado em 15/05/2026 08:35 / atualizado em 15/05/2026 09:04
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