SAÚDE!

Esposa detalha avanço de doença em Lito Sousa: 'Muito afetado'

Em entrevista ao Fantátisco, Mila Seidl deu novos detalhes sobre o quadro de saúde do influenciador

O estado de saúde de Lito Sousa, conhecido pelo trabalho à frente do canal "Aviões e Músicas", ganhou um novo capítulo após o criador de conteúdo, piloto e mecânico de aviação revelar, aos 59 anos, que recebeu o diagnóstico de Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ). Rara e progressiva, a doença neurodegenerativa compromete o cérebro.

A descoberta aconteceu meses depois de Lito iniciar o tratamento contra um câncer de próstata.

Foi durante esse período que ele passou a apresentar uma série de alterações neurológicas, incluindo perda de força e de movimento no braço esquerdo, dificuldade para caminhar, mudanças na visão e fala enrolada.

A evolução do quadro ocorreu de forma rápida. Em entrevista ao Fantástico neste domingo (30), Mila Seidl, esposa do influenciador, afirmou que, apesar das limitações físicas, Lito permanece com as capacidades intelectuais preservadas.

"A essência, alma, inteligência dele está 100% preservada. O corpo físico, não, já foi muito afetado. Em questões de semana ele perdeu movimentos importantes, não anda sozinho", explicou Mila em entrevista ao Fantástico.

Diante da ausência de alternativas convencionais para o tratamento, a família passou a buscar uma possibilidade experimental nos Estados Unidos.

A estratégia é conseguir o chamado uso compassivo de medicamentos que ainda estão em fase de testes, recurso destinado a pacientes com doenças graves que não contam com opções terapêuticas disponíveis e que permite o acesso a substâncias experimentais fora de ensaios clínicos formais.

Mila também tentou viabilizar a participação do marido em pesquisas internacionais conduzidas nos Estados Unidos e na China.

No entanto, os protocolos estabelecidos pelos estudos possuem critérios rigorosos, o que impossibilitou a inclusão de Lito depois que os testes já haviam começado.

A família agora busca auxílio de autoridades brasileiras para tentar obter acesso aos medicamentos experimentais.

Mila afirma reconhecer a gravidade da doença, mas mantém a esperança de que os tratamentos em estudo possam retardar sua progressão.

"Não sou negacionista e sei que é uma doença grave. Mas ouvimos de médicos que, se conseguirmos acesso aos remédios do estudo, talvez seja possível pausar o avanço da doença. Por isso solicitamos apoio de órgãos como o Ministério da Saúde, Anvisa e Itamaraty", explicou Mila.

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

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