
O Quarto Branco chegou ao fim na madrugada deste domingo (18/1) e quatro pessoas que resistiram são os novos participantes do reality: Chaiany, Gabriela, Leandro e Matheus. A dinâmica durou 120 horas.
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Os quatro candidatos, que não foram escolhidos pelo público nas Casas de Vidro, estavam confinados no cômodo desde a noite segunda-feira (12/1).
ELES ENTRARAM! ???? Os novos participantes, que venceram o desafio no Quarto Branco, chegam na casa do #BBB26! #RedeBBB pic.twitter.com/bbDvj07azD
— Big Brother Brasil (@bbb) January 18, 2026
Quem são os novos participantes?
Aos 25 anos, Chaiany nasceu em Brasília (DF) e atualmente mora em São João da Aliança, município de Goiás. Sempre viveu na roça e passou a adolescência sem acesso à internet e à tecnologia, o que considera ter sido o melhor, mesmo passando por perrengues no interior. Começou a trabalhar aos 10 anos, ajudando nas atividades rurais e, aos 15, engravidou de sua filha. Está desempregada e sonha em construir uma vida mais estável. Diz-se determinada e divertida, mas sem paciência. Assume ser explosiva e chorona. Também destaca a lealdade como uma de suas principais características: “Eu estou na pior situação, mas fazendo o bem ao outro. Acho que isso esgota minha energia”, avalia.
A estudante de Psicologia Gabriela tem 21 anos e é de São Paulo capital, onde mora atualmente. Trabalha como auxiliar de terapeuta em uma clínica com crianças com transtorno do espectro autista e, aos finais de semana, vende na rua os doces que sua mãe produz. “Eu mantenho a minha casa inteira”, conta ela, que diz ter tido uma infância conturbada e precisado amadurecer cedo para correr atrás de suas próprias oportunidades. Como já passou por situações difíceis, tem medo da escassez e sonha em abrir um consultório próprio. Considera-se uma pessoa dedicada ao bem-estar da família e independente.
Natural de Salvador, Leandro tem 42 anos e vive hoje em Itapuã, Bahia. É produtor cultural e arte-educador. Foi criado pela avó e cresceu ao lado de dois irmãos. Enfrentou muitas dificuldades. Ainda criança, vendeu picolé, raspou cana, limpou casas e vendeu amendoim na feira para ajudar em casa. Na juventude, viveu um período nas ruas. Aos 8 anos, já demonstrava muita sensibilidade artística, e bem mais tarde se formou em Artes Cênicas e Música na Universidade Federal da Bahia, tornando-se o primeiro da família a conquistar um diploma. Contudo, atualmente se vê como um “artista frustrado”, porque o sonho de viver da música nunca se realizou como imaginava nem lhe deu o retorno financeiro esperado. Por causa disso, não costuma sair para se divertir. Observa que tem “um grito preso na garganta” e que precisa, urgentemente, ser feliz.
Aos 25 anos, o bancário Matheus nasceu e vive em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Cresceu sonhando em ser jogador de futebol. Chegou a competir profissionalmente em São Paulo e Goiânia e Portugal, mas teve que abandonar a carreira por causa de algumas lesões. Atualmente, trabalha como bancário, mas não se identifica com a posição. Para completar a renda, dá aulas de boxe e atua como motorista de aplicativo. Conta que o rap o formou como pessoa, mas não dispensa uma resenha com pagode.
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