
A exposição Cerrado em chamas: retratos da resistência apresenta um ensaio fotográfico que retrata as queimadas no Cerrado do Distrito Federal, com destaque para a região do Paranoá. A mostra reúne imagens produzidas pelos fotógrafos Elkllys Andrade, Mateus Amorim e Vladimir Luz, que abordam destruição, combate ao fogo e regeneração do bioma. A visitação gratuita começa na próxima segunda-feira (23/3) e segue até o dia 7 de abril, no Itapoã.
Antes da abertura oficial, o projeto circulou por escolas públicas do Paranoá como ação educativa. Nos dias 16 e 17 de março, a exposição foi apresentada no CEM 01, e nos dias 18 e 19 no CED Darçy Ribeiro. A iniciativa buscou aproximar estudantes das discussões ambientais por meio da fotografia documental e artística.
O trabalho reúne registros terrestres e imagens aéreas feitas com drones, revelando diferentes fases das queimadas e seus impactos no território. As fotografias mostram desde a ação do fogo até o processo de recuperação do Cerrado, além do trabalho do corpo de bombeiros no combate às chamas. Com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição, a exposição amplia o acesso do público e reforça o compromisso com uma arte inclusiva e consciente.
Serviço
Cerrado em chamas: Retratos da resistência
A partir da próxima segunda-feira (23/03) ao dia 7 de abril, no Itapoã (QD 202, Conjunto 63, Lote 54, Del Lago 2). Entrada gratuita e classificação indicativa livre. Agendamentos para a visitação feitos através do instagram @cerradoemchamas.foto.
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Diversão e Arte
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