
A cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, intitulada “Dark Horse”, está prevista para estrear em 11 de setembro deste ano e já tem polêmicas sobre o financiamento da produção. De acordo com um áudio divulgado nesta quarta-feira (13/5) e atribuído ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o parlamentar pede R$ 134 milhões a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar o longa.
O nome do filme faz referência à expressão em inglês para “o azarão”, usada para definir candidatos considerados improváveis que acabam ganhando força política. Com isso, a produção vai retratar a ascensão de Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018, com foco no atentado a faca sofrido pelo então candidato em Juiz de Fora (MG). A trama também deve abordar os bastidores da campanha e a recuperação do ex-presidente após o ataque.
Quem faz parte do elenco
O ator norte-americano Jim Caviezel, conhecido por interpretar Jesus no filme “A Paixão de Cristo”, de 2004, será responsável por viver Bolsonaro. Já para interpretar os filhos do ex-presidente, foram escalados Marcus Ornellas no papel de Flávio Bolsonaro, Sérgio Barreto como Carlos Bolsonaro e Eddie Finlay interpretando Eduardo Bolsonaro.
Já as gravações ocorreram entre outubro e novembro de 2025 e passaram por locações no Brasil, México e Estados Unidos.
Produção do longa
Segundo informações do Intercept Brasil, a produção internacional é liderada pelo ator e produtor mexicano Eduardo Verástegui, conhecido por projetos ligados ao público conservador e religioso nos Estados Unidos. No Brasil, a produção ficou sob responsabilidade da GoUp Entertainment, enquanto a produtora executiva do longa é Karina Ferreira Gama.
O filme é dirigido pelo cineasta Cyrus Nowrasteh, conhecido por produções de temática religiosa, enquanto o roteiro foi escrito pelo deputado federal Mário Frias, ex-secretário especial de Cultura do governo Bolsonaro.

Diversão e Arte
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