
A 28ª edição do Festival do Rio começa hoje e segue até 11 de outubro com 359 obras cinematográficas, entre elas, dezesseis pré-selecionados ao Oscar de filme internacional. Os filmes estão distribuídos entre 11 mostras, incluído Première Brasil, Expectativa, Panorama Mundial, Itinerários Únicos, O Estado das Coisas, Première Latina, Gala de Encerramento, Gala de Abertura, Clássicos cult, Midnight Movies e Cinema Circulação.
Pulverizados entre a cidade do Rio de Janeiro, as sessões ocorrerão em catorze cinemas cariocas, entre eles Estação Claro Gávea, Cinesystem Belas Artes e Cine Santa Teresa. O Cine Odeon, consagrado palco do audiovisual brasileiro, permanece recebendo as sessões de abertura, o projeto Première Brasil Debates, as mostras Hors Concours e Première Brasil, estreias de produções internacionais e encerramento do festival.
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Brasília também vai ao festival como plano de fundo na obra documental Dragões de Miguel Antunes Ramos. O filme anunciado na mostra competitiva central, Première Brasil, reconstrói a trajetória política de Jair Messias Bolsonaro, a partir dos 4 mil vídeos publicados em redes sociais do ex-presidente. A capital aparece nos registros como cenário principal de sua carreira política.
Outra representação da capital vem no longa Ela foi ali guardar o coração na geladeira, do cineasta brasiliense Gustavo Galvão e de Cristiane Oliveira. A obra conta a história de Luíza, mulher de 27 anos que, certo dia, recebe vídeos de um estranho no Uruguai. O que parecia engano contém fatos reveladores a respeito do passado da família dela. O Festival do Rio fará a estreia do longa-metragem em solo brasileiro, depois de exibições internacionais na França e no Uruguai.
*Estagiária sob a supervisão de Severino Francisco
Diversão e Arte
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