
Com atenção para a recomposição do quadro de servidores da Ancine (Agência Nacional do Cinema), conjugada à revisão de pontos delicados do atual momento da agência, que completa 25 anos, a Associação das Servidoras e dos Servidores da Ancine (Aspac) tornou pública a Carta Aberta da entidade com uma dezena de propostas para andamento da política pública do audiovisual no país. Símbolo de robusta produção em cinema, passado o desmonte dos anos de 1990, a Ancine foi vetor para a transformação do poderio do cinema nas últimas décadas.
Junto com a mudança na presidência da entidade e o acirramento de novos ciclos políticos em suspensão, a Aspac zela por ocupar espaço de debate público para assegurar o futuro da Ancine. Em documento são citados momentos de paralisações, de lacuna de quadro de servidores, e as trepidações na pandemia, quando a entidade se viu abalada por censura durante o hoje condenado governo Bolsonaro. A iniciativa vem no rescaldo de atos de 2019, quando o governo vigente ameaçou a extinção da Ancine.
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Limitações da esfera decisória, interrupção de investimentos e impasses de liberdade de expressão estão destacados no material. O fortalecimento da agência está entre objetivos imediatos da difusão da carta aberta. Entre pleitos estão a atualização tecnológica e a convergência regulatória, novos horizontes para a política audiovisual e o maior fortalecimento institucional. Informações na íntegra se encontram em www.cartaaspac.com
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