
O Banco Central decretou, nesta quarta-feira (18/2), a liquidação extrajudicial do Banco Pleno S.A., instituição que integrava o grupo do Banco Master, envolvido em escândalo de fraudes financeiras e irregularidades contábeis. A medida também atinge a Pleno Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. (Pleno DTVM).
Segundo o órgão, a decisão foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, com deterioração da liquidez, além de infringência a normas que disciplinam sua atividade e descumprimento de determinações do próprio Banco Central.
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O conglomerado é considerado de pequeno porte e está enquadrado no segmento S4 da regulação prudencial, tendo o Banco Pleno como instituição líder. De acordo com dados do Banco Central, até setembro de 2025 o grupo detinha 0,04% do ativo total e 0,05% das captações do Sistema Financeiro Nacional, o equivalente a cerca de R$ 7,6 milhões em ativos e R$ 6,4 milhões em recursos captados.
As instituições integravam o grupo do Banco Master e foram vendidas no segundo semestre de 2025 ao empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro.
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O Banco Central informou que continuará adotando as medidas cabíveis para apurar responsabilidades dentro de suas competências legais. As apurações podem resultar na aplicação de sanções administrativas e no encaminhamento de comunicações às autoridades competentes, conforme a legislação.

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