
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai sancionar o acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia. A informação, divulgada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) nesta quinta-feira (5/3), foi divulgada após o tratado comercial entre os blocos da América do Sul e da Europa ter sido aprovado por Câmara e Senado.
“O acordo Mercosul e União Europeia, aprovado no Senado Federal, será agora assinado pelo presidente (Lula)”, anunciou Alckmin, durante a apresentação da balança comercial brasileira no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDic).
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Com a sanção do acordo Mercosul e União Europeia, segundo Alckmin, o tratado entrará em vigor por meio de uma vigência provisória. “Teremos, ainda em maio, a vigência do acordo Mercosul e União Europeia”, anunciou.
A iminente saída de Alckmin do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDic) perpassa pelo fato de o ministro concorrer a um cargo nas eleições de outubro.
Futuro de Alckmin
O vice-presidente Alckmin ainda anunciou que deixará o comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços no início de abril. “A data da lei (de desincompatibilização) é até dia 4 de abril”, afirmou.
Embora ele confirme que será candidato, há dúvidas sobre se o vice-presidente vai, novamente, compor a chapa do presidente da República e possível candidato à reeleição de Lula ou se vai representar o petista no pleito para o governo de São Paulo ou para o Senado.
Apesar do anúncio de saída do pasta, Alckmin afirmou que continuará no cargo de vice-presidente. “A vice-presidência não tem desincompatibilização, só o ministério.”

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