
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um acordo para triplicar a produção de energia nuclear até o ano de 2050. A iniciativa, endossada pelo Brasil, na terça-feira (10/3), na II Cúpula sobre Energia Nuclear, na França, visa potencializar o uso da energia nuclear por indústrias, instituições financeiras e por governos.
Ao todo a declaração conta com apoio de 38 nações. Além do Brasil, o tratado para triplicar energia nuclear foi assinado por China, Bélgica e Itália. Conta, ainda, com endossos de países como o Reino Unido, Suécia, Jamaica, Japão e Nigéria, além do apoio de 140 empresas do setor nuclear e de 16 instituições financeiras.
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Energia nuclear sustentável
Em nota publicada pelo Ministério das Relações Exteriores, o governo brasileiro classificou o fomento para triplicar energia nuclear até 2050 como “compromisso com o desenvolvimento responsável da energia nuclear, em conformidade com elevados padrões de segurança, proteção e não proliferação”.
A energia nuclear no Brasil, no entanto, é baixa e representa 2% da produção energética de todo o país. Atualmente, o Brasil tem as usinas Angra 1 e Angra 2 em funcionamento. Ambas ficam localizadas na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

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