GREVE

Caminhoneiros aguardam confirmação de ações do governo para decidir sobre greve

Categoria cobra definição sobre fiscalização eletrônica enquanto Planalto promete endurecer regras

Carros de polícia patrulham enquanto caminhões de carga e veículos de mercadorias fazem fila em um trecho fechado da autoestrada M20 que leva ao Porto de Dover, perto de Ashford, em Kent, sudeste da Inglaterra em 22 de dezembro de 2020, depois que uma série de países proibiu viagens, incluindo frete acompanhado chegando do Reino Unido, devido à rápida disseminação de uma nova cepa de coronavírus mais infecciosa. O porto crítico da costa sul da Grã-Bretanha em Dover disse em 20 de dezembro que estava fechando para todas as cargas e passageiros acompanhados devido às restrições da fronteira francesa
Carros de polícia patrulham enquanto caminhões de carga e veículos de mercadorias fazem fila em um trecho fechado da autoestrada M20 que leva ao Porto de Dover, perto de Ashford, em Kent, sudeste da Inglaterra em 22 de dezembro de 2020, depois que uma série de países proibiu viagens, incluindo frete acompanhado chegando do Reino Unido, devido à rápida disseminação de uma nova cepa de coronavírus mais infecciosa. O porto crítico da costa sul da Grã-Bretanha em Dover disse em 20 de dezembro que estava fechando para todas as cargas e passageiros acompanhados devido às restrições da fronteira francesa "até novo aviso". - (crédito: JUSTIN TALLIS / AFP)

O presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores, Wallace Landim, afirmou nesta quarta-feira (18/3) que os caminhoneiros vão aguardar  as medidas tomadas pelo governo federal serem publicadas no Diário Oficial para saber que de que forma eles vão fazer o travamento eletrônico. O Palácio do Planalto anunciou hoje implementação da fiscalização eletrônica integral dos fretes em todo o país.

Segundo ele, a avaliação das medidas dependerá do formato adotado pelo Palácio do Planalto. “A partir de amanhã a gente decidirá se atendeu o segmento ou não, mas estamos em estado de paralisação”, afirmou.

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O posicionamento ocorre após o ministro dos Transportes, Renan Filho, anunciar que o governo adotará ações mais rigorosas para garantir o cumprimento do piso mínimo do frete no transporte rodoviário.

De acordo com o ministro, o modelo atual de fiscalização não tem sido suficiente. “Essa ampliação não foi suficiente para garantir na integralidade o cumprimento da tabela do preço mínimo do frete”, disse.

Ele afirmou que novas medidas devem ter impacto imediato. “Vamos utilizar o expediente jurídico adequado. Eu defendo que a medida seja efetiva e imediata”, declarou.

Em vídeo divulgado nas redes sociais antes das medidas, Landim afirmou que a categoria decidiu manter o estado de alerta após reunião realizada no Porto de Santos. Segundo ele, o encontro reuniu lideranças e trabalhadores do setor

“O que foi colocado é que as condições atuais, com os constantes aumentos no preço do combustível, não permitem manter o transporte rodando.”

*Estagiário sob a supervisão de Paulo Leite


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postado em 18/03/2026 18:55
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