
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, comentou sobre os desafios financeiros do Banco Regional de Brasília (BRB) nesta quinta-feira (26/3), na sede da autarquia. Em entrevista coletiva, ele reconheceu um “empenho” da gestão atual do BRB para solucionar os problemas herdados pelos antecessores, que tentaram, de maneira fracassada, adquirir a maior parte dos ativos do Banco Master, liquidado extrajudicialmente no último mês de novembro pelo próprio BC.
“Eu tenho assistido ao empenho da gestão atual do BRB para tentar equacionar a questão, e achar uma solução para a questão, que é uma questão que está menos na mão da gestão, efetivamente, do BRB. Porque é uma questão hoje de patrimônio, não de liquidez, que o banco tem que solucionar e, sendo uma questão de patrimônio, é uma questão que envolve uma solução fornecida pelo acionista do banco”, disse Galípolo.
O acionista do BRB ao qual o presidente do BC se refere é o Governo do Distrito Federal, que detém mais de 70% das ações do banco. Segundo ele, a saída para o imbróglio, no entanto, depende mais da ação do GDF do que dos atuais gestores do banco estatal. Por conta disso, Galípolo afirmou que o BRB se move com “amarras adicionais” em relação a outros bancos tradicionais.
“A gente sabe que tem a preocupação de preocupar a gestão também com as questões que são de mercado efetivamente. Tenho certeza que a gestão é quem está muito preocupada em conseguir publicar o balanço o mais rápido possível, porque não dá esse tipo de informação ao mercado”, acrescentou Galípolo.
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