
A trégua de duas semanas anunciada por Estados Unidos e Irã, com promessa de reabertura do estreito de Ormuz, derrubou os preços do petróleo nesta terça-feira (7/4). O barril do tipo Brent, referência global, caiu cerca de 13,22% e passou a ser negociado a US$ 94,83 por volta das 13h25.
Já o petróleo negociado nos Estados Unidos registrou queda de 15,69%, chegando a US$ 95,20. A redução ocorre após semanas de alta provocada pela guerra, período em que o petróleo chegou a superar o patamar de US$ 100 por barril e pressionou os custos de energia em diferentes países.
Bolsas da região Ásia-Pacífico registraram alta, com avanço de 5% no índice japonês Nikkei 225, quase 6% no Kospi, da Coreia do Sul, e ganhos de 2,8% no Hang Seng, de Hong Kong, e de 2,7% no ASX 200, da Austrália.
No início da semana, o governo federal já havia anunciado um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis, por meio de uma Medida Provisória (MP) que amplia as ações para reduzir os impactos nos preços.
As medidas incluem subsídios para o diesel importado e produzido no mercado doméstico, para o biodiesel e para o gás de cozinha (Gás Liquefeito de Petróleo — GLP), além de novos estímulos ao setor aéreo, como a zeragem de PIS e Cofins sobre o querosene de aviação (QAV).
Para o setor aéreo, também foram previstas linhas de crédito de R$ 9 bilhões e o adiamento de tarifas, além da isenção de PIS e Cofins sobre o QAV, com impacto estimado de R$ 0,07 por litro.
*Estagiário sob a supervisão de Rafaela Gonçalves
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