
Os ministros das Finanças do G7 defenderam nesta terça-feira (19/5) a reabertura do Estreito de Ormuz e alertaram para os riscos do conflito no Oriente Médio sobre a economia global. Em comunicado conjunto, o grupo afirmou que a escalada das tensões aumenta as pressões sobre o crescimento econômico, a inflação e os mercados financeiros.
Os representantes também pediram que os países evitem restrições arbitrárias às exportações e reforçaram o compromisso com a estabilidade dos mercados de energia, diante das preocupações com o abastecimento global de petróleo.
O comunicado ainda destacou a necessidade de cooperação multilateral para enfrentar os riscos econômicos globais e voltou a demonstrar preocupação com os desequilíbrios nas contas correntes internacionais. Segundo o grupo, deficits externos elevados e persistentes podem ampliar as tensões comerciais e afetar a estabilidade econômica.
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Os ministros defenderam maior monitoramento do tema pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pediram ao FMI e à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) o aprofundamento das análises sobre os impactos dessas distorções.
O G7 reúne Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, além da participação institucional da União Europeia. O Brasil não integra oficialmente o bloco, mas costuma participar das reuniões como país convidado.

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