A coordenadora do núcleo econômico da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), Daniella Marques, afirmou nesta segunda-feira (19/10) que o programa Bolsa Família terá um período de transição de dois anos após o beneficiário conseguir um emprego ou abrir um negócio, caso o candidato seja eleito. Após esse prazo, os favorecidos seriam desligados do programa.
Em entrevista à CBN Bahia, Marques disse que a proposta prevê um intervalo para que os beneficiários possam aceitar um emprego com carteira assinada.
“Vai ter regra de transição de dois anos para que possa abrir seu negócio, ou aceitar emprego de carteira assinada. Todo mundo merece sonhar com algo com mais oportunidade, dignidade”, declarou.
Segundo ela, haveria a possibilidade de retorno automático ao programa caso a tentativa de inserção no mercado de trabalho não dê certo.
Saiba Mais
-
Economia PIB cresce 0,5% em agosto, aponta FGV
-
Economia 66,2% aprovam fim da escala 6x1, mostra pesquisa BTG/Nexus
-
Economia Governo Lula paga Bolsa Família reajustado a partir desta segunda (19)
-
Economia Focus: mercado mantém projeção de alta do IPCA, mas reduz a do PIB
-
Economia Ajuste fiscal é lacuna dos candidatos, dizem economistas
-
Economia Status quo ameaçado
