Superliga Feminina

Superliga: Brasília Vôlei recebe o Tijuca em Taguatinga sonhando com o G-8

Esquadrão verde-preto ocupa uma colocação de perigo, mas ainda pode caminhar para a parte de cima da tabela. SporTV2 e GE TV transmitem o duelo ao vivo

 Brasilia Volei x Maringá pela Superliga -  (crédito:  Norieli Teixeira/Brasilia Volei)
Brasilia Volei x Maringá pela Superliga - (crédito: Norieli Teixeira/Brasilia Volei)

As últimas duas derrotas na Superliga Feminina colocaram o Brasília Vôlei na 10ª posição da tabela, mais uma vez arriscando figurar na zona de rebaixamento. Nesta terça-feira (13/1), no Ginásio do Sesi de Taguatinga, o duelo contra o Tijuca, o 11º colocado, às 18h30, pode ser a oportunidade perfeita para o time brasiliense se afastar do perigo e se aproximar do G-8 do torneio. SporTV2 e GE TV transmitem a disputa.

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Apesar da colocação, o caminho até a zona de classificação ainda é possível. Apenas um ponto separa o Brasília Vôlei do Mackenzie, dono da oitava posição. Então, o time de Spencer Lee tem o direito de sonhar com um conjunto de resultados. Entretanto, em caso de revés contra o clube carioca, a distância para o Tijuca cai para dois pontos e, na próxima rodada, as brasilienses têm um duro confronto contra o Osasco, quarto colocado, fora de casa.

O time de Spencer Lee costuma não se acanha em momentos de grandes desafios como o duelo desta terça-feira. Há três temporadas no time, a ponteira de Nayara Félix é uma das peças mais antigas no grupo. A atleta de 34 anos detém um papel importante de liderança dentro da equipe. “O Brasília Vôlei se tornou uma paixão para mim. Então, até por ser a capitã e a mais velha ali, tirando a Jordane, eu sou a mais velha do time. Eu carrego comigo, sem dúvidas, essa responsabilidade de ajudar o meu time, de ajudar no que for preciso”, afirmou.

Com as mais novas, a ponteira também busca passar a identidade do clube aguerrido na hora da troca de experiência entre as atletas. “Eu tento sempre mostrar o quanto é importante um grupo forte, o quanto é importante para o Brasília Vôlei ser um grupo unido, porque isso faz a diferença e, lá dentro da quadra, eu sou essa Nayara. Eu quero fazer, eu quero tentar fazer acontecer, eu quero ajudar, é paixão sabe”, contou.

“É isso que o vôlei me dá. Não é algo que eu penso para fazer, é natural, é meu sabe. É de dentro para fora, não é o dinheiro que compra, não é o adversário, é meu. Então, eu quero sempre fazer, fazer acontecer, tentar mudar as coisas que são difíceis com pensamentos positivos, palavras positivas e eu acho que pelo menos algumas pessoas enxergam isso em mim e isso não tem dinheiro que pague”, desabafou a capitã.

*Estagiária sob a supervisão de Danilo Queiroz

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postado em 12/01/2026 22:50
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