O megaevento de convocação da Seleção para a Copa do Mundo de 2026, realizado nesta segunda-feira (18/5), no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, começou com otimismo institucional. Abrindo a cerimônica com um discurso, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, destacou feitos da gestão, manifestou fé na participação do Brasil no evento da Fifa, em junho e julho, e pediu confiança no trabalho do técnico italiano Carlo Ancelotti.
Eleito mandatário da CBF em maio de 2025 para um mandato até 2029, Xaud vive a primeira convocação como responsável pelas decisões institucionais do futebol brasileiro. O roraimense de 42 anos realizou um discurso rápido, sem a utilização de protocolos elaborados. "Coração aqui batendo a mil. Muita coisa mudou na CBF e a grande prova disso é esse evento, o maior evento de convocação de todos os tempos", gabou-se.
Antes mesmo da divulgação dos 26 nomes escolhidos por Ancelotti para vestirem a camisa do Brasil na Copa do Mundo, Xaud pediu o apoio dos brasileiros no trabalho realizado pela Seleção para lutar pelo hexacampeonato nos Estados Unidos, no México e no Canadá. "Confiem e acreditem no nosso trabalho muito técnico que foi feito nesse um ano, em toda a gestão do Carlo Ancelotti, Rodrigo Caetano, da comissão técnica", destacou.
Para o presidente da CBF, um dos trunfos da preparação para a Copa do Mundo está na estrutura montada para atender jogadores e comissão técnica da Seleção. Os detalhes ampliaram no dirigente a confiança de sucesso na empreitada. "Acredito que eu e o mister (Ancelotti) estamos mais confiantes nesse hexa. Podem acreditar, o hexa vem, e no ano que vem tem mais e a festa vai ser aqui na nossa casa", garantiu, fazendo, ainda, referência à Copa do Mundo Feminina marcada para o Brasil, em 2027.
Mudanças estruturais
Diante dos olhos da comunidade do futebol brasileiro e mundial, Samir Xaud enumerou conquistas da atual gestão da CBF. No período de um ano à frente da entidade, o mandatário liderou reformulações no calendário nacional, como a largada da Série A do Campeonato Brasileiro em janeiro e a final única da Copa do Brasil, além de dar novos passos no sentido da profissionalização da arbitragem no país e da aplicação do fair-play financeiro.
"Fizemos mudanças estruturais no futebol brasileiro. Profissionalizamos a arbitragem, estamos trabalhando nossa base, tudo isso para profissionalizar ainda mais o futebol brasileiro. É com muito orgulho que estou aqui, ansioso, muito esperançoso, mas que é um novo momento do futebol brasileiro", afirmou. "Estamos trabalhando diariamente para mudar o futebol brasileiro, colocá-lo onde nunca deveria ter saído", destacou.
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