Investigação

Caso Madeleine McCann: polícia inicia novas buscas em Portugal

O reservatório do Arade já foi alvo de buscas pela jovem em 2008 e, segundo as investigações, era um local em que o principal suspeito do desaparecimento, Christian B, costumava passar o tempo

Correio Braziliense
postado em 23/05/2023 14:22
 (crédito: AFP PHOTO / METROPOLITAN POLICE e FILIPE AMORIM / AFP)
(crédito: AFP PHOTO / METROPOLITAN POLICE e FILIPE AMORIM / AFP)

A polícia de Portugal, com autoridades alemãs e inglesas, iniciaram nesta terça-feira (23/5) buscas pelo corpo de Madeleine McCann, que está desaparecida desde 2007. A maior parte das buscas estão ocorrendo as margens do reservatório do Arade, a cerca de 50 quilômetros do local onde a menina desapareceu. 

O local já havia sido alvo de buscas em 2008, mas os mergulhadores só encontraram restos de animais, segundo informou a polícia. Desta vez, as buscas se concentrarão dentro e fora do reservatório, com os policiais usando cães farejadores e uma lancha do corpo de bombeiro. 

Em comunicado, a polícia portuguesa indicou também que "os esforços continuam para esclarecer totalmente a situação", no entanto, a justiça alemã não revelou mais detalhes sobre as buscas deste caso. 

  • Bombeiros portugueses trabalham a bordo de um barco durante uma nova operação de busca no âmbito da investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann (Maddie) na barragem do Arade, em Silves, perto da Praia da Luz, a 23 de maio de 2023. FILIPE AMORIM / AFP
  • Autoridades portuguesas da unidade de investigação criminal da Polícia Judiciária (PJ) trabalham em nova operação de busca no âmbito da investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann (Maddie) na barragem do Arade, em Silves, perto da Praia da Luz, a 23 de maio de 2023. FILIPE AMORIM / AFP
  • Autoridades portuguesas da unidade de investigação criminal da Polícia Judiciária (PJ) trabalham em nova operação de busca no âmbito da investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann (Maddie) na barragem do Arade, em Silves, perto da Praia da Luz, a 23 de maio de 2023. FILIPE AMORIM / AFP
  • Autoridades portuguesas da unidade de investigação criminal da Polícia Judiciária (PJ) trabalham em nova operação de busca no âmbito da investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann (Maddie) na barragem do Arade, em Silves, perto da Praia da Luz, a 23 de maio de 2023. FILIPE AMORIM / AFP
  • Autoridades portuguesas da unidade de investigação criminal da Polícia Judiciária (PJ) trabalham em nova operação de busca no âmbito da investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann (Maddie) na barragem do Arade, em Silves, perto da Praia da Luz, a 23 de maio de 2023. FILIPE AMORIM / AFP
  • Autoridades portuguesas da unidade de investigação criminal da Polícia Judiciária (PJ) trabalham em nova operação de busca no âmbito da investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann (Maddie) na barragem do Arade, em Silves, perto da Praia da Luz, a 23 de maio de 2023. FILIPE AMORIM / AFP

O desaparecimento

Madeleine desapareceu no dia 3 de maio de 2007. Ela e a família estavam de férias em um balneário na Praia da Luz, na região turística do Algarve. Nestes 16 anos de investigação, várias teorias sobre o desaparecimento já foram analisadas pela polícia. Em 2020, o alemão Christian B., um pedófilo reincidente de 45 anos, passou a ser considerado o principal suspeito do desaparecimento da jovem.

Na época em que Madeleine desapareceu, Christian morava a poucos quilômetros do hotel em que a família ficava hospedada. Além disso, o suspeito tinha costume de passar o tempo próximo ao reservatório, onde as buscas por Madeleine foram retornadas nesta terça (23). 

Atualmente, Christian B. cumpre sentença de sete anos em uma prisão na Alemanha pelo estupro de uma mulher estadunidense de 72 anos. Ele também é acusado de outros cinco crimes e delitos sexuais, cometidos entre 2000 e 2017 em Portugal.

*Com informações da Agence France-Presse

Notícias pelo celular

Receba direto no celular as notícias mais recentes publicadas pelo Correio Braziliense. É de graça. Clique aqui e participe da comunidade do Correio, uma das inovações lançadas pelo WhatsApp.


Dê a sua opinião

O Correio tem um espaço na edição impressa para publicar a opinião dos leitores. As mensagens devem ter, no máximo, 10 linhas e incluir nome, endereço e telefone para o e-mail sredat.df@dabr.com.br.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação