
Ícone do Carnaval e ex-modelo internacional, Luma de Oliveira voltou aos holofotes globais ao ter seu nome mencionado em documentos deslacrados pela Justiça dos EUA sobre o financista Jeffrey Epstein.
Trajetória de sucesso
Luma consolidou-se como uma das maiores figuras da cultura pop brasileira entre os anos 80 e 90. Como rainha de bateria de escolas como Viradouro e Portela, ela revolucionou o Carnaval carioca, protagonizando momentos históricos na Sapucaí que misturavam moda, ousadia e carisma.
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Entre 1991 e 2004, Luma foi casada com o empresário Eike Batista, que chegou a ser um dos homens mais ricos do mundo. Nesse período, a ex-modelo frequentou a alta sociedade internacional em cidades como Nova York e Londres. É nesse contexto de trânsito pela elite econômica que seu nome teria sido registrado em agendas e listas de contatos ligadas a Epstein.
Esclarecimento dos fatos
Especialistas reiteram que figurar nos arquivos do caso não configura acusação. O nome de Luma aparece em registros de comunicação em um lote de 3 milhões de páginas que citam centenas de celebridades e políticos. Até o momento, não há investigações ou denúncias formais contra a brasileira, cujo nome surge apenas como parte do mapeamento social do círculo de Epstein na época.

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