Por Thamires Pinheiro* — A altura que impulsiona a carreira da modelo Charlie Mill, de 31 anos, também tem sido, segundo ela, um entrave na vida amorosa. Com 1,95m de altura, a inglesa ganhou visibilidade nas redes sociais ao relatar experiências frustrantes em encontros que não avançam após o primeiro contato presencial. Em muitos casos, os pretendentes afirmam que o motivo é simples, sua estatura.
Charlie utiliza as redes sociais tanto como vitrine de trabalho quanto como espaço de expressão pessoal. Em seus conteúdos, ela aborda como é viver sendo uma mulher muito alta. Frequentemente aparece ironizando que pode sim usar salto alto e reforça que não sente necessidade de “compensar” a própria altura ou se adequar a expectativas alheias. Ainda assim, relata que a reação de alguns homens que já sabem sua real estatura muda quando percebem, ao vivo, o quanto ela é alta.
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Ao falar sobre relacionamentos, Charlie conta que já viveu encontros em que o interesse inicial deu lugar ao desconforto. Segundo ela, há situações em que os parceiros demonstram insegurança, fazem comentários inadequados ou mudam completamente de postura ao longo da conversa. Em entrevistas e publicações, a modelo afirma que, não raro, sua altura se torna o centro da interação, deixando em segundo plano quem ela é.
Em alguns desses relatos, Charlie diz que sua feminilidade chegou a ser questionada, algo que ela associa a estereótipos rígidos sobre aparência e gênero. Para a modelo, esse tipo de reação revela mais sobre a insegurança masculina do que sobre seu corpo, mas ainda assim torna a experiência desgastante.
Ela também menciona episódios em que se sentiu objetificada. Em vez de curiosidade genuína, algumas abordagens, segundo Charlie, carregam um tom de fetichização, como se sua altura fosse o único traço relevante de sua identidade. Embora não trate o tema como bandeira constante, ela afirma que esse padrão aparece com frequência suficiente para marcar sua trajetória afetiva.
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Dividindo a rotina entre a Inglaterra e a Espanha, Charlie Mill segue conciliando a carreira com a produção de conteúdo digital. Apesar dos relatos sobre encontros ruins, o tom adotado por ela nas redes é de afirmação e ironia. Ao compartilhar suas vivências, a modelo diz receber mensagens de outras mulheres altas que se identificam com as situações, transformando experiências individuais em um debate mais amplo sobre padrões de atração, gênero e expectativas que ainda marcam as relações amorosas.
* Estagiária sob supervisão de Roberto Fonseca
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