
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou nesta segunda-feira (2/3) que a ofensiva americana contra o Irã não tem como objetivo promover uma mudança de regime, apesar de reconhecer que os desdobramentos do conflito alteraram o cenário político no país do Oriente Médio.
Segundo Hegseth, o governo iraniano agora enfrenta uma “oportunidade histórica”, que deveria ser aproveitada pela própria população. Hegseth declarou que Washington não iniciou o conflito, mas trabalha para concluir as operações militares em curso.
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"Esta não é uma suposta guerra de mudança de regime, mas o regime certamente mudou e o mundo está melhor por causa disso", disse, num pronunciamento ao lado do general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos.
A Casa Branca sustenta que a ação militar ocorreu após sucessivas negativas do governo iraniano em aceitar propostas diplomáticas relacionadas ao seu programa nuclear e à atuação regional.
Hegseth disse também que os EUA não são os responsáveis por começar a guerra com o Irã, mas irão "terminá-la". Na sequência, disse que esta não será "uma guerra sem fim". "Isto não é o Iraque, não é interminável". O secretário afirmou ainda que os Estados Unidos “lutam para ganhar”.
O governo dos EUA também argumenta que a ofensiva buscou neutralizar ameaças consideradas iminentes à segurança de aliados na região. "Nós lutamos para ganhar", afirmou o secretário de defesa.
No último sábado, 28 de fevereiro, os EUA e Israel lançaram um ataque coordenado contra o Irã, que declarou ter retaliado atacando bases militares americanas no Oriente Médio. Trump disse que o objetivo da ação era defender o povo americano.

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