
A saída de nomes-chave do alto escalão militar e jurídico dos Estados Unidos marca um momento de forte tensão no cenário internacional. Em meio à escalada do conflito com o Irã, o governo intensifica decisões estratégicas enquanto enfrenta impactos políticos e econômicos dentro e fora do país.
Um dia após a demissão da procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, o governo dos Estados Unidos também dispensou o chefe do Estado-Maior do Exército, Randy George. A saída ocorre no contexto da promessa do presidente Donald Trump de ampliar a ofensiva do país na guerra contra o Irã. A aposentadoria de George foi determinada pelo secretário de Guerra, Pete Hegseth, na quinta-feira (2/4).
Em comunicado divulgado nas redes sociais, o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, afirmou que o departamento é “grato” pelos serviços prestados pelo militar. A mudança no comando acontece justamente quando os Estados Unidos buscam intensificar os ataques ao Irã. Em pronunciamento realizado na noite de quarta-feira (1º/4), Trump reafirmou o prazo de “duas a três semanas” para a conclusão de um acordo com o país árabe.
O conflito, que resultou no fechamento do Estreito de Ormuz, já provoca efeitos globais, afetando o fluxo de derivados de petróleo e pressionando os preços, inclusive dentro dos próprios EUA. Desde o início da guerra, os índices de popularidade de Trump apresentam queda.
Na quinta-feira (2/4), forças do exército norte-americano, em parceria com Israel, realizaram um ataque contra a maior ponte do Irã, deixando 8 mortos e 95 feridos. Trump comemorou a ofensiva e voltou a ameaçar o país, caso o acordo não seja firmado.

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