
Durante um passeio nas Ilhas Abaco, nas Bahamas, na noite do último sábado (4/4), Brian, de 58 anos, estava com sua esposa, Lynette Hooker, de 55, a bordo de um pequeno bote. O casal aproveitava um momento quando Lynette caiu na água e desapareceu.
O casal é de Michigan, nos Estados Unidos (EUA), e viajavam há três anos, “vivendo a vida ao máximo”, como Lynette costumava compartilhar nas redes sociais. “Deixamos para trás toda a confusão”, escreveu a mulher desaparecida em um post. O veleiro que o casal vivia era chamado carinhosamente de “Soulmate”, que em português significa “alma gêmea”.
De acordo com o jornal ABC News, em relato às autoridades locais, Brian disse que o casal retornava ao iate Soulmate, no trajeto entre Hope Town e Elbow Cay, quando, por volta das 19h30, Lynette foi arrastada por fortes correntes e acabou desaparecendo de sua vista. Brian também contou que não se recorda se sua esposa usava colete salva-vidas no momento. As investigações, até agora, não indicam crime.
Após a queda de Lynette, o motor do barco parou imediatamente, já que ela estava com a chave na mão. Com isso, Brian só conseguiu chegar à costa de Marsh Harbour por volta das 4h da manhã de domingo (5), quando relatou o desaparecimento e iníciaram às buscas.
“Não vamos a lugar nenhum por um tempo?!” dizia a legenda da última publicação de Lynette feita poucas horas antes do desaparecimento. O casal mantinha um perfil ativo no Instagram, com diversos vídeos e fotos desde o início da viagem, incluindo registros da embarcação e do mar.
Karli Aylesworth, filha de Lynette, afirmou que recebeu poucas informações sobre o desaparecimento da mãe. “Minha única preocupação é descobrir o que aconteceu com a minha mãe e garantir que uma investigação completa seja realizada sobre o seu desaparecimento”, disse.
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As buscas seguem em andamento, com a participação conjunta de equipes das Bahamas e dos Estados Unidos. A Guarda Costeira americana enviou uma aeronave para auxiliar nas operações de resgate.
“Enquanto a Polícia Real das Bahamas investiga o caso, eu também agradeceria qualquer envolvimento das autoridades federais, estaduais ou locais para apurar as circunstâncias dessa situação trágica”, finalizou.
*Estagiária sob supervisão de Luiz Felipe
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