ELEIÇÕES

Simone Tebet deixa MDB após 30 anos e se filia ao PSB de olho no Senado

A ida de Simone Tebet à corrida ao Senado atende a um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do vice Geraldo Alckmin (PSB)

Tebet pretende concorrer ao Senado em São Paulo -  (crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Tebet pretende concorrer ao Senado em São Paulo - (crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A ministra do Planejamento e Orçamento Simone Tebet saiu do MDB e se filiou ao PSB. O anúncio foi feito pelo próprio partido neste sábado (21/3). Tebet pretende concorrer ao Senado em São Paulo. "O PSB agora me abraça, me acolhe e me convida a construir, juntos, o país dos nossos melhores sonhos", disse a ministra.

Tebet se despediu do MDB, partido a qual esteve filiada por quase 30 anos, e agradeceu pelo tempo de filiação. Segundo ela, a legenda a abrigou e permitiu que ela servisse ao Brasil e também "serviu de moradia segura para os brasileiros democratas perseguidos durante a longa noite do arbítrio". "Foram esses brasileiros que fizeram, para todos nós, um novo amanhecer", citou.

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A deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP), disse que o PSB "celebra a filiação de Simone Tebet com entusiasmo, respeito e senso de responsabilidade histórica". A parlamentar fez uma série de elogios à ministra. "Simone traz consigo uma combinação rara na vida pública brasileira: firmeza moral, experiência institucional, capacidade de dialogar com o Brasil real, coragem cívica e compromisso democrático. Advogada, professora, prefeita reeleita com 76% dos votos, vice-governadora, senadora, candidata à Presidência da República e ministra do Planejamento", destacou.

Tabata também ressaltou que Tebet foi primeira mulher a presidir a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e a primeira a disputar a presidência do Senado. "Uma mulher que estudou os problemas do Brasil, enfrentou interesses poderosos e sustentou posições que exigiam coragem e independência política", acrescentou.

A ida de Simone Tebet à corrida ao Senado atende a um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do vice Geraldo Alckmin (PSB).

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postado em 21/03/2026 12:01 / atualizado em 21/03/2026 12:02
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