CB.PODER

"Se Bolsonaro tivesse governado bem, Lula não teria sido eleito", diz Caiado

Em entrevista ao 'CB.Poder', pré-candidato à Presidência também relata que dívida bruta do governo federal "só aumentou na pandemia"

O governador do estado de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), durante entrevista ao programa 'CB.Poder' -  (crédito:  Andrea Nalini/CB/D.A Press)
O governador do estado de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), durante entrevista ao programa 'CB.Poder' - (crédito: Andrea Nalini/CB/D.A Press)

O governador do estado de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), afirmou, durante o programa CB.Poder, parceria entre Correio e TV Brasília, que acredita que Lula não teria ganhado as eleições disputadas em 2022, caso Bolsonaro "tivesse governado bem". 

Durante a entrevista, o pré-candidato ainda apontou um aumento da dívida bruta do governo federal em relação ao período da pandemia de covid-19, entre 2020 e 2021. De acordo com ele, a dívida era de 72%. No entanto, hoje, chega próximo da casa dos 80%.

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"Eu acho que Bolsonaro cometeu vários erros, vários. Agora, você só viu a dívida PIB aumentar no governo durante a pandemia", afirmou Caiado. "Quando ele (Bolsonaro) entregou o governo, a proporção da dívida/PIB era de 72%. Houve um acréscimo dessa dívida, assim como em todos os países do mundo. No entanto, estamos hoje a quase 80%. Ou seja, foram R% 870 bilhões de reais, que o governo gastou aonde? Aonde está esse dinheiro?", questionou o governador, ao complementar a primeira fala. 

Ao ser questionado sobre quem seria o eleito por ele para ocupar a posição de Ministro da Fazenda, Caiado não deu nomes. No entanto, afirmou que as mudanças que fará são "claras", e não têm "grandes descobertas".  

"Tenho escutado muito isso (sobre quem será o Ministro da Fazenda), mas sempre com muito respeito. Mas eu não me arvoro aqui, não vou pousar aqui, e afirmar que 'sei de tudo'. Tenho sensibilidade, e foi assim que governei o estado de Goiás. As mudanças que você precisar saber, são claras, não têm grandes descobertas", relatou.

"É preciso fazer reformas, como eu fiz. Recebi um estado com R$ 11 milhões em caixa, e R$ 6,8 bilhões em dívidas imediatas, e R$ 17 bilhões em dívidas consolidadas. E, hoje, entrego o governo com R$ 9,8 bilhões em caixa", completou. 

 

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postado em 08/04/2026 18:14
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