TRABALHO

STF valida por unanimidade Lei da Igualdade Salarial

Corte rejeitou ações contra a norma e confirmou constitucionalidade da lei que prevê divulgação de critérios remuneratórios entre homens e mulheres

Edifício sede do Supremo Tribunal Federal STF -  (crédito: Luiz Silveira/STF)
Edifício sede do Supremo Tribunal Federal STF - (crédito: Luiz Silveira/STF)

O Supremo Tribunal Federal (STF) validou, por unanimidade, nesta quinta-feira (14/5), a constitucionalidade da Lei 14.611/2023, conhecida como Lei da Igualdade Salarial, que obriga empresas a adotarem mecanismos de transparência remuneratória entre homens e mulheres, que desempenham a mesma função. Todos os ministros acompanharem o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, que havia defendido a constitucionalidade integral da legislação.

A decisão confirma a exigência de publicação de relatórios de transparência salarial e de critérios remuneratórios pelas empresas. Durante a reta final do julgamento, o ministro Edson Fachin, Cristiano Zanin e o ministro Flávio Dino reajustaram o próprio voto para acompanhar integralmente Moraes, destacando a necessidade de preservação da anonimização de dados prevista na legislação.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O CORREIO BRAZILIENSE NOGoogle Discover IconGoogle Discover SIGA O CB NOGoogle Discover IconGoogle Discover

“Será necessário sempre a adoção de metodologia atual e eficiente para preservar a anonimização”, afirmou Zanin ao proclamar o resultado, Fachin anunciou que a Corte julgou procedente a ação declaratória de constitucionalidade e rejeitou, por unanimidade, as ações diretas 7612 e 7631 de inconstitucionalidade apresentadas contra a lei.

Com isso, ficam mantidas as regras sobre igualdade remuneratória e mecanismos de fiscalização voltados à redução da desigualdade salarial entre homens e mulheres.

  • Google Discover Icon
postado em 14/05/2026 18:22 / atualizado em 14/05/2026 18:24
x